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22/05/2012 - O ano do Jubileu

Após tê-lo criado do pó da terra, o Senhor Deus concedeu ao homem domínio sobre toda obra de Sua mão. Com isso, o Senhor entregou a sua criação aos seus cuidados. No entanto, ao pecar, o homem colocou-se nas mãos do maligno e passou a ser escravo desse vil e perverso.

Na história de Abraão e seus descendentes, o Senhor Deus prenunciava o que aconteceria com a humanidade após a obra que, mais a frente, o Seu Filho – o Senhor Jesus Cristo – faria no Calvário. Como sombra da caminhada do homem em direção à redenção plena, os descendentes de Abraão os filhos de Israel, que se haviam tornado escravos no Egito, foram trazidos para liberdade em Canaã. O Senhor Deus enviara Moisés – uma tipificação do Senhor Jesus – para tirar Seu povo da escravidão e levá-lo para terra da promessa. Mas, sabendo que as pessoas usam mal a liberdade e não a preservam, e que certamente Seu povo se meteria em algum lugar tipo de escravidão a lei do jubileu.

A lei do Jubileu – O Senhor Deus queria que a cada período de 50 anos houvesse, para Seu povo, um novo começo econômico e social. Quando no dia da expiação a trombeta fosse tocada, todos os enviados, devedores e escravizados tinham a oportunidade de se declarar livres de todas as dívidas. Também contarás sete semanas de anos, sete vezes sete anos, de maneira que os dias das sete semanas de anos te serão quarenta e nove anos. Então, no mês sétimo, aos dez do mês, farás passar a trombeta do jubileu; no Dia da Expiação, fareis passar a trombeta por toda a vossa terra. E santificareis o qüinquagésimo e apregoareis liberdade na terra a todos os seus moradores; ano de jubileu vos será, e tornareis, cada um à sua possessão, e tornareis, cada um à sua possessão, e tornareis, cada um à sua família (Lv 25.8-10).

O decreto de Deus era que, a cada 50 anos, ao ser tocada a trombeta, todos fossem perdoados. As vendas de terás não podiam se perpétuas. Naquele tempo, devendo a outrem, e não o podendo pagar, perdia os seus bens. E, se fossem insuficientes, a pessoa ou alguém de sua família era entregue ou vendido como escravo. Desse modo, muitas famílias perdiam tudo, alguns eram até vendidos como escravos. Mas, ao soar a trombeta do Jubileu, tudo volta à estaca zero.

Imagine comigo, amado leitor, se isso fosse lei em nosso país. Todos teriam a oportunidade de começar nova vida, emendando o fracasso. Se isso fosse praticado hoje, acabariam todos os problemas sociais da nossa nação, não é verdade?

O nosso Jubileu – Certo dia, ao chegar a Nazaré, cidade da Galiléia onde fora criado, o Senhor Jesus dirigiu-se à sinagoga. Lá, foi-Lhe entregue o Livro da Lei para que o lesse. Ao abri-lo, achou o lugar onde estava escrito: O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração, a apregoar liberdade aos cativos, a dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor (Lc 4.18.19). Após ler, Ele se assentou e declarou aos presentes: Hoje, se cumpriu esta Escritura em vossos ouvidos (Lc 4.21).

Desde aquele dia , o Ano do Jubileu está em pleno vigor. O Espírito de Deus usou o evangelista Lucas para registrar essa que é uma das maiores declarações que alguém poderia ouvir de Deus. Quem entendê-la, não importa quem seja ou o que esteja sofrendo, certamente se libertará por completo. Examinemos rapidamente essa missão sêxtupla do Senhor Jesus:

1ª- Ele enviou-me a evangelizar os pobres
Evangelizar é uma palavra de origem grega que significa dar boas notícias. O Senhor foi ungido, capacitado, habilitado pelo Santo Espírito para contar aos pobres que os problemas deles haviam sido resolvidos; para informar aos endividados que seus débitos haviam sido cancelados; para dizer a todos que estavam privados de seus bens que acabara a penhora, que o cativeiro era coisa do passado.

2ª- A curar os quebrantados do coração
Quem vive endividado, desesperado, doente sem perspectiva de melhora, certamente tem o coração quebrantado e ferido. Eles precisam conhecer a doutrina do Jubileu. Não há mais necessidade de sofrer.

3ª- A apregoar liberdade aos cativos
É a mensagem mais urgente que os dominados pelos vícios, presos em pecados, enfim, todos os que são escravos dos guias – exus, caboclos, orixás e quaisquer outras entidades – precisam ouvir.

4ª – Dar vista aos cegos: não é pequeno o número de cristãos que não se vêem nas escrituras. Enquanto uma pessoa não se descobre na Palavra, ela não será plena, realizada e feliz. O Jubileu de Deus nos traz essa bênção.

5ª- A pôr em liberdade os oprimidos: não importa qual a opressão que o está amarrando; o ministério sêxtuplo do Filho de Deus tem unção para quebrar todo jugo e colocar os oprimidos em liberdade.

6ª- A anunciar o ano aceitável do Senhor: é o Ano do Jubileu; essa é a mensagem que todos os habitantes do planeta precisam ouvir. Os débitos (físicos, materiais, morais e espirituais) já foram cancelados.
Verdadeiramente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputamos por aflito ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e, pelas suas pisaduras, fomos sarados (Is 53.4-5).

Então, o que você fará? As portas estão abertas. Basta que você decida e tome posição, incluindo-se no Ano do Jubileu de Deus para que comece a desfrutar dessas bênçãos. Nesse momento, o Senhor Deus está pronto para operar o milagre que você necessita. Tudo que você tem a fazer é crer nEle e confessar como seu Substituto e Salvador Mas que diz? A palavra está junto de ti, na tua boca e no teu coração; esta é a palavra da fé, que pregamos, a saber: Se, com a tua boca, confessares ao Senhor Jesus e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para salvação (Rm 10.8-10).

A partir de agora você pode ficar livre de todas as suas dívidas. Ou o Senhor fará com que elas sejam canceladas, renegociadas, ou lhe dará condições para saldá-las. A luz que entrou em seu coração por meio dessa mensagem é suficiente para libertá-lo completamente.

Em Tiago 2.12 está escrito: assim falai e assim procedei, como devendo ser julgados pela lei da liberdade. Observamos, por essa palavra, que há duas leis que podem governá-lo: a da liberdade e a escravidão. Ande e proceda de acordo com a lei da liberdade-a do Jubileu. Não volte atrás para andar de baixo da lei da escravidão.

Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou e não torneis a meter-vos debaixo do jugo da servidão (Gl 5.1).

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