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22/05/2012 - O esquecido triplo ministério do Senhor Jesus

“E percorria Jesus todas as cidades e aldeias, ensinando nas sinagogas deles, e pregando o evangelho do Reino, e curando todas as enfermidades e moléstias entre o povo” (Mt 9.35).

O ministério do Senhor Jesus causou espanto no mundo da Sua época. As pessoas ficaram perplexas com os Seus ensinamentos. Suas pregações faziam com que os ouvintes se sentissem vencedores, e o uso do poder de Deus estonteava até os temíveis líderes judaicos. Infelizmente, os Seus seguidores perderam a visão do Evangelho genuíno, e o resultado foi o acúmulo de “faça isso, não faça aquilo”, o que não leva o seu humano à parte alguma.

Como o mundo precisa daqueles que crêem em Cristo e demonstram o verdadeiro Evangelho! Do conhecimento da Verdade dependem a felicidade e a realização das pessoas. Como o diabo investe na classe religiosa, fazendo com que seus membros disputem entre si, tentando mostrar quem tem mais fé, através de realizações que nada têm a ver com o Reino dos Céus!

Ensinando nas sinagogas – O Senhor Jesus tinha como preocupação primária o ensinamento da Verdade. Observando Suas obras e Suas Palavras, as pessoas eram capazes de compreender que todo o mal existente é obra do inimigo. Atualmente, os que não têm discernimento espiritual criticam os cristãos por atribuírem ao diabo todos os acontecimentos ruins na vida dos homens, entretanto, Jesus foi o primeiro a mostrar isso.

Ao ministrar à sogra de Pedro, que estava acamada, o nosso Salvador nos ensinou que até a febre, é causada por um espírito mau. Ele nos ensinou, ainda, o que deve ser feito: Ora, levantando-se Jesus da sinagoga, entrou em casa de Simão; e a sogra de Simão estava enferma com muita febre; e rogaram-lhe por ela. E, inclinando-se para ela, repreendeu a febre, e esta a deixou. E ela levantando-se logo, servia-os (LC 4.38,39).

Apesar das lições serem grandiosas, poucos quiseram assimilá-las. Hoje, são raríssimos os cristãos que imitam o Mestre diante de fato semelhante. No entanto, Ele disse: Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai (Jo 14.12). Possivelmente, não fazem igual porque não crêem nEle verdadeiramente.

À medida que o povo era esclarecido com os ensinamentos do Senhor, o diabo se irritava intensamente. Certo sábado, quando Jesus ensinava na sinagoga de Cafarnaum, o ódio do diabo foi demonstrado através de um dos “melhores” demônios enviados do inferno, que se incorporou em um homem, para ameaçar e tentar confundir o Senhor: E admiravam-se da sua doutrina, porque a sua palavra era com autoridade. E estava na sinagoga um homem que tinha um espírito de um demônio imundo, e este exclamou em alta voz, dizendo: Ah! Que temos nós contigo, Jesus Nazareno? Vieste a destruir-nos? Bem sei quem és: o Santo de Deus (Lc 4.32-34).

Naquele dia, o próprio diabo contribuiu para a revelação da Verdade. De um lado, o Pregador dando um novo ensinamento e mostrando às pessoas que Deus não era o causador dos males, mas, ao contrário, era quem as curava. De outro lado, o representante do inferno, enfrentando-O com coragem, tentando fazê-Lo crer que estava agindo fora da vontade de Deus. O Senhor, sem titubear, proferiu a Sua ordem e provou para todos a Verdade: E Jesus o repreendeu, dizendo: Cala-te e sai dele. E o demônio, lançando-o por terra no meio do povo, saiu dele, sem lhe fazer mal (Lc 4.35).
Diante de tal acontecimento, as pessoas se entreolharam e tomaram uma posição unânime, dizendo: Que palavra é esta, que até aos espíritos imundos manda com autoridade e poder, e eles saem? (Lc 4.36).

Pregando o Evangelho do Reino – Após ensinar a diferença entre a Luz e as trevas, entre Deus e o diabo, o Senhor pregou que aquela era a hora, e aquelas pessoas, o povo beneficiário de todas as promessas de Deus. Jesus as estimulava a crerem que Ele era o Ungido que lhes traria a liberdade: O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração, a apregoar liberdade aos cativos, a dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor (Lc 4.18,19).

Uma alegria tomava conta das pessoas, pois, podiam crer. Algumas não entendiam o real significado do Seu ministério e queriam fazê-Lo rei, como se o Reino dEle fosse deste mundo. A sua pregação foi à fonte de onde o apóstolo Paulo, tempos depois, extraiu seus ensinamentos que testificavam o poder de Deus para a transformação do homem, afirmando: E eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não fui com sublimidade de palavras ou de sabedoria. Porque nada me propus saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado (1 Co 2.1,2). Paulo exibia em Suas pregações a identidade que o Senhor concedeu a todos os Seus embaixadores.

Usando o poder de Deus – Ensinamento revelado e pregação feita; só restava usar o poder de Deus. Ninguém deveria voltar para casa doente, perturbado ou repleto de problemas. Até mesmo as pessoas famintas tinham a necessidade suprida pela multiplicação de pães e peixes. Não havia dúvida: aquele era o Caminho e todos deviam seguí-Lo. Hoje, o mesmo acontece. Nós não ganharemos as almas dos perdidos sem a manifestação do poder divino. Sem ele, estaremos desviando-nos do nosso propósito. Em países como a Índia, o Evangelho, apesar de crescer numericamente, está perdendo em percentual para a taxa de natalidade. Tanto nas nações cultas e desenvolvidas quanto nas atrasadas só há uma maneira de realizar a obra de Deus: fazendo o mesmo que o Senhor Jesus fazia.

Quando presenciamos a libertação de uma pessoa possuída por espíritos malignos – situação em que os demônios nos enfrentam, insistindo em ficar, e nós os expulsamos -, o povo, imediatamente, reage como nos dias do ministério terreno do Senhor.

É preciso ressuscitar o ministério triplo do Senhor Jesus e, ao mesmo tempo, sepultar, de uma vez por todas, o pseudoevangelho, que não serve para coisa alguma, a não ser para ajudar o diabo na sua nefasta obra de roubar, matar e destruir.

> Missionário Responde

Queria saber se as pessoas que morreram antes de Cristo, e também os profetas, alcançaram salvação? Pois a salvação vem pela fé em Jesus Cristo? E aonde diz na biblia...

Se as pessoas do AT morreram confiando na promessa do Salvador (Messias), foram salvas, pois creram no sacrifício que seria ainda feito pelo descendente da mulher (Gn 3.15)....

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