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19/05/2019 - QUANDO OFENDEMOS O SENHOR

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E o povo falou contra Deus e contra Moisés: Por que nos fizestes subir do Egito, para que morrêssemos neste deserto? Pois, aqui, nem pão nem água há; e a nossa alma tem fastio deste pão tão vil.  Números 21.5


Após o reino de Arade – asno montanhês – ser destruído, os israelitas caminharam em direção à Canaã pelo caminho do mar Vermelho. Eles perseguiam um alvo havia muito tempo: assumir a Terra Prometida. Na verdade, essa palavra foi dada a Abraão, Isaque e Jacó, porém o povo do Senhor teve de viver bastante tempo no Egito até isso ser concretizado.

A Terra da Promessa, a qual Jesus veio comprar para nós, simbolizava o Evangelho. Os hebreus lutavam contra pessoas, e nós lutamos contra demônios. A batalha deles era transitória; a nossa é eterna e inclui tudo o que, durante anos, foi descortinando pelas Escrituras, a fim de sermos de Deus, e preparando-nos para a volta do Mestre, quando Ele virá nos buscar.

A presença maligna esteve na caminhada deles assim como está na nossa. O adversário usava pessoas para abalar os israelitas e, em outros momentos, utilizava o próprio povo para se revoltar contra o plano divino. Naquele trajeto, o diabo aproveitou para angustiar os servos de Deus. Com isso, eles fizeram algo péssimo: falaram mal do Senhor e de Moisés. Jamais permita que a inquietação se assenhoreie do seu interior, porque ela o transtornará e o levará a proferir palavras inapropriadas. 

Muitos se angustiam por uma série de coisas, principalmente, por não darem atenção às promessas divinas. Como ficam aflitos, são capazes de colocar a culpa em qualquer um. Se a inquietação tomar conta do seu espírito, você não pensará nas suas declarações, pois seu estado emocional o levará a julgar os outros e a fazer o que nunca deveria: falar contra o Todo-Poderoso e, assim, cair em pecado.

Naquele momento, os israelitas não mediram as palavras e se manifestaram contra Deus e Moisés, perguntando se tinham saído do Egito para morrerem naquele deserto. Ora, quanta estupidez! Se o Senhor quisesse matá-los, teria feito isso na travessia do mar Vermelho, e ninguém ficaria sabendo a razão. Além disso, Deus é amor e jamais lhes faria mal algum.

Agora, chegaram ao cúmulo de reclamar do cuidado de Deus, falando mal do maná, o pão que os alimentou e protegeu durante a caminhada. No deserto, as condições que os manteriam com saúde eram paupérrimas. Sem água, a higiene era quase inexistente. Por essa razão, vários alimentos foram proibidos, mas o maná fornecia os nutrientes necessários para viverem lá. Eles só tiveram problemas de saúde quando pecaram.

Chamar o maná de pão vil foi a gota d’água. Diante disso, o Senhor teve de tomar uma dura decisão, a qual veremos na próxima mensagem. Nunca deixe a sua alma se angustiar, mas, ao primeiro sinal de isso acontecer, busque o Altíssimo e se livre do mal.

Em Cristo, com amor,

R. R. Soares

 

 

Senhor! Nem sempre estamos em espírito, e vemos que podemos falar coisas ruins para nós, que Te magoam e nunca nos levam a lugar algum. Clamamos por misericórdia para não pecarmos!

A angústia no coração humano tem imenso poder de destruição. Nada nos agradará sem a Tua capacidade. Se falarmos de modo inapropriado, o nosso prejuízo será grande. Socorre-nos!

Não queremos ser irresponsáveis, culpando-Te por algum acontecimento. Tu tens sido o nosso Esteio e Escudo, por isso vivemos em segurança. Se dependesse do que somos, seríamos um fracasso. Portanto, suplicamos pela Tua bondade!

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