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16/11/2004 - Carinhos Íntimos - Comportamento

Olá, Missionário! que a Paz esteja com o senhor. Sempre consulto essa seção de perguntas e respostas e tem sido uma benção. Vejo que há muitas perguntas em relação ao sexo entre namorados, noivos, casados etc. Sou casada e vi aqui que são proibidos o sexo anal, o sexo oral, o sexo que não seja o "natural". Pois bem, fico imaginando agora que qualquer coisa que eu faça com meu marido além do natural seja pecado. Quero dizer em relação as carícias. Como devo agir quanto as preliminares? Sei que parece uma pergunta boba mas me preocupo pois quando leio suas repostas acerca do sexo imagino algo muitíssimo simples e sem graça. Se por exemplo, a masturbação é pecado, não posso tocar no meu marido ou ele em mim? Não entendo. Sinto um pouco de vergonha em questionar isso mas preciso saber, pois tenho uma vida sexual muito carinhosa com meu marido. Somos muito felizes, mas não quero pecar. Então, o que posso ter certeza em relação as carícias íntimas precedentes ao ato sexual? Tenho que tomar cuidado com isso também? Muito obrigada.

Resposta:
Em primeiro lugar, se vc consultar bem as respostas sobre esse assunto nesta coluna, verá que deixamos muito claro tratar-se de NOSSA OPINIÃO PESSOAL acerca dessa matéria. Em momento nenhum pretendemos fazer do nosso parecer doutrina ou regra de conduta para os outros. A Bíblia condena tacitamente algumas práticas sexuais, como o homossexualismo, o bestialismo, o incesto, o sexo anal, o grupal etc. Essas coisas podemos dizer que sejam claramente condenadas nas Escrituras. Outras, como o sexo oral, não. Em NOSSA OPINIÃO, 1Co 6.13 estabelece um princípio pelo qual essa prática não encontra aprovação, mas não posso dizer categoricamente que quem discorda de nós e pratica o sexo oral está em pecado. Quanto às preliminares do ato de amor, elas são cruciais para a saúde e a felicidade da união conjugal, desde que sejam de fato expressões de carinho e amor. O desejo sexual do esposo pela esposa e vice-versa é absolutamente natural e abençoado por Deus explicitamente em Sua Palavra (Pv 5.15-19; Ct 1.2).


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