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16/07/2002 - Dúvidas - Família

A. Há anos eu possuía em casa um revólver. Não que eu fosse um homem violento ou mal intencionado, mas achava bonito tê-lo na gaveta. Após eu aceitar Jesus, minha esposa comentou comigo que não achava certo eu continuar com ele. Por ser uma arma registrada, procurei um amigo de paz e o vendi, mas aí, me sobreveio uma dúvida: será que eu agi certo? Devo dar o dízimo referente a esse valor?
B. Tenho um amigo evangélico cuja denominação proíbe assistir a TV. Ele tem dúvidas a respeito dessa doutrina e pergunta se é pecado ver televisão?

Resposta:
A. Se fosse eu, não teria vendido, mas destruído. O que não serve para mim, não servirá para ninguém mais. Quanto ao dízimo, acontece o mesmo com o dízimo de dinheiro ganho em loteria. Não entrega-lo é errar duas vezes. O único dízimo que o Senhor não aceita é o de prostituição e de sodomia (homossexualismo) e, lógico, de assemelhados: Não trarás salário de prostituição nem preço de sodomita à casa do Senhor teu Deus por qualquer voto; porque uma e outra cousa são igualmente abomináveis ao Senhor teu Deus (Dt 23.18, A.R.A.).
B. Claro que não. Houve tempos em que o fanatismo imperava em algumas igrejas evangélicas. Naquela época, o rádio era considerado a “caixa do diabo” e, aos crentes, foi proibido ouvi-lo. Depois, com o advento da televisão, eles eram orientados a não assisti-la, pois, também era do diabo. Mas, hoje, tem até igrejas tradicionais que são proprietárias de emissoras de televisão. Graças a Deus! Agora, é importante o cristão saber o que assistir, pois há muita imundice e imoralidade. Se ele a usar com sabedoria, a televisão servirá para a sua edificação mental (programas culturais, educativos, noticiários) e espiritual (programas evangélicos).


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