11/09/2018 - COMO AS GRANDES MONTANHAS

A tua justiça é como as grandes montanhas; os teus juízos são um grande abismo; SENHOR, tu conservas os homens e os animais.

Salmo 36.6

Davi foi usado pelo Altíssimo para nos dar uma mensagem na qual precisamos meditar. Essa afirmação pode mudar a nossa relação com Deus e a nossa posição diante do inimigo, fazendo-nos verdadeiros vencedores. O salmista falou da justiça do Senhor como as grandes montanhas, que não se abalam e permanecerão enquanto a Terra existir. Não há como remover essa justiça inabalável.

A justiça divina foi completada na morte de Jesus, quando Ele venceu o diabo e tirou dele a autoridade roubada do homem e, com ela, oprimia a humanidade. Após vencer as forças das trevas e tê-las despido do poder investido contra nós, o Mestre ordenou que fôssemos pelo mundo para pregar as Boas-Novas a toda criatura, garantindo que, em Seu Nome, quem crê pode expulsar demônios, curar os enfermos e dar testemunho do Evangelho (Mc 16.15).

Se isso já é bom, leia a declaração do apóstolo Paulo aos coríntios: Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus (2 Co 5.21). Fomos feitos em Jesus a justiça do Pai; logo, somos irremovíveis e irresistíveis como as montanhas. Portanto, não deixe de ser o que o Senhor diz que você é diante dos males, mas, com autoridade e em o Nome de Cristo, exija a saída deles.

Os juízos do Senhor e Seus atos em nosso favor – decretos, obras, declarações e o maior deles: o de nos amar, a ponto de dar Seu Filho unigênito para nos salvar e nos fazer membros do Seu Corpo – são como um grande abismo. Quando você crê no sacrifício de Jesus e ordena a saída do mal, o poder do diabo envolvido na obra maligna cai nesse abismo e continuará caindo sem jamais chegar ao fundo dele.

Como essa justiça, devemos estar cientes de que seremos usados para dar fim ao domínio do diabo sobre a humanidade. Ao sabermos disso, além de nos alegrar muito, também sentimos a responsabilidade das nossas atitudes. Jamais aceitaremos que as nossas determinações sobre os ensinamentos da Palavra fiquem sem a devida resposta, a qual foi prometida nas Escrituras. A Deus seja a glória por tudo o que faremos agora e sempre!

Ao encontrar alguém em dificuldade, mostre-lhe que, em Cristo, ele pode ter as necessidades supridas e ficar livre de toda operação do reino das trevas. Após mandarmos o problema ir embora, não podemos aceitar o sentimento de indignidade ou algum pensamento negativo de que não seremos atendidos. Como a justiça divina é irremovível, a exemplo das montanhas, a nossa decisão ao lado do Senhor também deve ser inabalável.

Por fim, não se corrompa! Verdadeiramente, Deus conserva os homens, bem como os animais. Isso não significa que não envelheceremos, mas nosso espírito estará tão cheio de fé no final dos nossos dias quanto esteve ao começarmos a andar pela fé. Lembre-se: a Palavra jamais passará (Mt 24.35), ainda que tudo passe.

Em Cristo, com amor,

R. R. Soares