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17/08/2017 - OUVIDO QUANTO AO QUE TEMIA

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O qual, nos dias da sua carne, oferecendo, com grande clamor e lágrimas, orações e súplicas ao que o podia livrar da morte, foi ouvido quanto ao que temia.  Hebreus 5.7

Tenho comentado esse exemplo de Jesus, mas, hoje, quero estudar esse precioso tesouro, o qual nos dará o entendimento necessário que muito nos ajudará. Há uma razão para, em muitos casos, não darmos fim a um sofrimento. Por certo, isso se deve ao fato de não sabermos como proceder. Portanto, se algo ocorrer fora da vontade de Deus, temos de buscar a direção dEle, a fim de obter o fim desejado.

O Salvador veio como homem e, por isso, tinha necessidade de agir como tal. Ao entender que, em Seu sacrifício, poderia ser contaminado com a morte – a natureza do diabo –, Ele não só ofereceu orações e súplicas, mas também o fez com grande clamor e lágrimas. A promessa diz que, se clamarmos ao Senhor, Ele nos responderá (Jr 33.3). A atitude do Mestre nos ensina a maneira correta de agir, sem acharmos que Deus é obrigado a cumprir nossos desejos. 

Cristo fazia o Seu grande clamor até chegar às lágrimas. Normalmente, oramos por minutos, falamos daquilo de que precisamos e, muitas vezes, nem estamos em comunhão com Deus. Achar que é problema do Senhor nos ouvir a qualquer hora é errar por completo. Ele prometeu nos escutar, mas isso não acontecerá se os nossos pecados estiverem encobrindo o rosto dEle. Precisamos cumprir as condições para nos achegarmos ao Pai!

Fica claro que, ao orarmos, o nosso espírito tem de estar firmado nas promessas de Deus. Agora, não significa orar em voz alta, gritando, embora, em certas ocasiões, isso pode e deve ocorrer. O ato de clamar é uma contrição do nosso coração (às vezes, chorando), tendo a certeza de que seremos ouvidos. Cuidado para não imitar os atores, os quais choram por profissão e, em alguns casos, usam até limão ou outro elemento para fazerem isso.

Jesus não podia ser contaminado, e o único meio era rogar ao Pai para oferecer Seus pedidos a Ele. As atitudes do Mestre nos servem de exemplo para que as nossas petições sejam aceitas. Muitas vezes, os cristãos presentem que cairão em pecado, mas nada fazem. Depois, vêm a angústia, a dor e a tristeza por estarem separados de Deus. Se não quiser sofrer, ore até chegar às lágrimas, e o Senhor o ouvirá.

O Redentor precisou agir dessa maneira; do contrário, isso nem estaria no Manual da Vida. Portanto, nenhuma desculpa será aceita para o seu fracasso. Ao sentir que as situações estão ruins e há possibilidade de você transgredir ou contrair uma doença, ofereça-se ao Senhor com orações e súplicas. Ele é o único capaz de livrá-lo das garras de Satanás.

O bom é que Deus quer atendê-lo sempre. Jesus sabia que devia ser o Salvador sem mácula. Então, à feitura do Mestre, precisamos ser servos de Deus sem qualquer mancha. Devemos fazer um grande clamor para não cairmos nas mãos do diabo. Por certo, também seremos ouvidos. O que você fará?

Em Cristo, com amor,

R. R. Soares

 

 

Deus, único Senhor! Estamos vivendo na carne e, para não haver contaminação com a natureza do diabo, também precisamos Te oferecer orações e súplicas, pois Tu podes nos livrar na morte. Ajuda-nos!

Ao dar livramento ao Teu Filho, mostraste que esse é o método de resolver os mais angustiantes problemas. Por isso, queremos o Teu auxílio para não tropeçarmos nem deixarmos o inimigo nos sujar. Precisamos ser puros para Te vermos!

Obrigado pela revelação, pois, com ela, nós Te agradaremos a cada decisão. Temos uma missão a cumprir – realizar a Tua agradável, boa e perfeita vontade. A Tua luz não pode ser apagada em nosso caminho e, com certeza, não será. Aleluia!

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