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28/04/2010 - A CONTAGEM DOS SOLDADOS

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“Falou mais o SENHOR a Moisés [...]: tomai a soma de toda a congregação dos filhos de Israel, segundo as suas gerações, segundo a casa de seus pais, conforme o número dos nomes de todo varão, cabeça por cabeça [...]; todos os que saem à guerra em Israel” (Números 1.1-3).

Há tempo para tudo (Eclesiastes 3.1), até para contar os integrantes de uma batalha. No entanto, até nisso, Deus deve dirigir-nos. Como servos, precisamos estar sempre preparados para cumprir as ordens dEle e, dessa maneira, aptos a tomar qualquer iniciativa. O rei Davi, por exemplo, era um homem usado por Deus, porém mandou fazer um recenseamento com o intuito de saber o quanto era poderoso. Pelo fato de não ter sido inspirado pelo Senhor a realizar tal coisa, Davi pagou um alto preço pela atitude que tomou (2 Samuel 24).

Tendo sinal verde dos Céus, podemos fazer a nossa verificação, mas, se não for o Altíssimo a nos mover a fazer determinada obra, estaremos agindo fora da vontade divina, e nesse ponto reside o perigo. É bom lembrar que temos de andar por fé e não por vista (2 Coríntios 5.7). A verdade é que não importa quanta força em nós pode ser vista ou calculada, uma vez que venceremos todas as batalhas com o Senhor ao nosso lado – quer tenhamos muitos ou poucos conosco.

A ordem divina dada a Moisés era para que ele contasse apenas os que podiam sair à guerra. Em Israel, havia muitos homens que, aos olhos humanos, estavam preparados para a batalha, mas outros apresentavam alguns impedimentos. Uns por problemas de saúde, outros por regras estabelecidas pelo próprio Deus. Isso nos mostra que devemos esperar pela direção do Todo-Poderoso em tudo. A guerra, na verdade, não é nossa, mas dEle.   

Um fato importante a ser notado é que Moisés, pessoalmente, teria de superintender e fazer a verificação, junto com o seu irmão Arão (Números 1.3c). Eles não poderiam delegar esse serviço a outros. Existem atos personalíssimos, os quais somente nós podemos executar. Não há quem nos substitua em nossas consagrações nem nas decisões que tomamos. Tendo sido colocados pelo Senhor como autoridades máximas sobre a nossa vida, não devemos dar a ninguém o poder de definir nossos atos.  

Havia regras que os israelitas deveriam observar para executar a guerra. Por exemplo: não podiam enviar para os combates homens com menos de 20 anos (Números 1.3a), bem como os que se haviam casado há menos de um ano (Deuteronômio 24.5). Em Deuteronômio 20, consta uma lista de pessoas que não deveriam estar nas pelejas: quem havia construído uma casa (v. 5); plantado uma vinha (v. 6); estivesse noivo (v. 7); aqueles que eram medrosos de coração e tímidos (v. 8).  

Eles deveriam ser contados pelas suas famílias. Hoje, o Senhor tem inúmeras famílias em Sua obra – pregadores, obreiros, mantenedores da obra, compositores de hinos e canções, aqueles que os entoam e os que fazem as mais diversas atividades na casa de Deus. Com a direção do Mestre, eles devem ser numerados, apoiados em oração e no que mais se fizer necessário.

Em Cristo, com amor,

R. R. Soares

 

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