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15/08/2009 - A DIFERENÇA

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“Qualquer que é nascido de Deus não comete pecado; porque a sua semente permanece nele; e não pode pecar, porque é nascido de Deus” (1 João 3.9).

A semente divina impede que o filho de Deus peque, pois, na hora da tentação, ele entra em Aliança com o Senhor e, então, desvia-se do pecado.

O novo nascimento foi a maior bênção que o homem ganhou, a qual não foi providenciada por um decreto divino, mas, sim, pela morte de Jesus Cristo. Ao pecar, Adão fez com que o espírito humano se corrompesse. Então, sem nascer de novo, o homem não irá para o Céu, mas viverá afastado de Deus.

A obra começa com a aceitação de Jesus como Salvador, prossegue no batismo nas águas e termina com o batismo no Espírito Santo. Conhecemos quem nasceu de novo por sua conduta.

A Palavra do Senhor é a Semente divina que nos impede de pecar e nos é dada quando, verdadeiramente, aceitamos Jesus como Salvador. O cristão pode ser tentado em tudo, como aconteceu com o próprio Senhor (Mateus 4), mas não cairá, pois a Semente nele plantada irá fazê-lo tremer e  dará a ele o escape. Por isso, é necessário que ensinemos a Verdade ao povo, e não os preceitos religiosos.

Quem nasceu de novo jamais cairá em pecado. O indivíduo pode até ser tentado e, por um descuido, ser momentaneamente levado pelas paixões mundanas. No entanto, a Semente em seu coração fará com que ele se inquiete, levando-o a refletir no ato de trair o Senhor, o cônjuge e as demais pessoas, e, nesse convencimento, receberá forças para dizer não.

Aquele que peca não nasceu de novo; só teve uma experiência religiosa. Aliás, há uma diferença entre o religioso e o praticante da Palavra. Diferente do que se atém às normas religiosas, o servo do Senhor sempre está aos pés dEle e sente quando o diabo está armando ciladas para levá-lo a se afastar do Pai. Ao fazer aliança com o Senhor, o servo de Deus sai fortalecido.

Quando estamos debaixo de qualquer tentação, provamos quem realmente somos: se temos a Semente, nós nos arrependemos do espaço que já demos ao inimigo e nos livramos das armadilhas infernais; por outro lado, se agimos como religiosos, caímos na iniquidade.

Meu irmão, se você está fraco e tem transgredido, o único remédio é entrar na Aliança que o Senhor fez no sangue de Jesus. Com isso, você renascerá, e a Semente divina será plantada em seu espírito. Então, não pecará mais, mas viverá no mais alto nível e não deixará o inimigo usá-lo mais. Faça a diferença que o conduz à salvação!

Em Cristo, com amor,

R. R. Soares

 

10/10/2010 - A DIFERENÇA

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 “O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham com abundância” (João 10.10).

    Cristo afirma um fato ao qual precisamos prestar atenção: o diabo veio para enganar os nossos primeiros pais – e conseguiu! Hoje, ele continua vindo em nossa direção, mas apenas para nos roubar, matar e destruir. Diferentemente, Jesus veio para nos conceder vida com abundância.
    Perceba a diferença no tempo verbal usado pelo Mestre: Ele afirmou que Satanás vem. O tempo está no presente, o que indica que o diabo está praticando essa ação – de vir – no mesmo período em que essa palavra é dita. Por outro lado, o Senhor disse: Eu vim, empregando o verbo no passado. Isso nos mostra que o Salvador não tem de vir à nossa presença sempre a fim de que sejamos abençoados, pois a obra já foi realizada. Agora, basta crermos no que Ele fez, para que, assim, recebamos a vitória.
    Jesus afirmou que o diabo é ladrão. De fato, Satanás – que sempre tem maus propósitos – não alcançou por meios legais o poder que Deus havia concedido à humanidade de ser a autoridade máxima aqui na Terra, mas mentiu e, assim, roubou dela essa posição. O diabo faz, por exemplo, com que uma pessoa já comprometida com outra seja seduzida por alguém atraente, sem perceber que isso é um laço do inimigo tentando destruí-la. Então, como uma ovelha muda em direção ao matadouro, ela segue a sua “sorte” e, quando vê, já está nas garras do adversário (Provérbios 7.21,22).
    A parte boa do versículo de João, porém, é a revelação de que Jesus veio para nos dar vida – que se traduz em santidade, pureza, honradez e nos demais atributos que todos devem possuir, pois, do contrário, não conseguirão entrar nos Céus. Cristo veio conceder-nos, dentre tantas bênçãos, a libertação da paixão proibida, a qual até parece algo bom, mas levará ao sofrimento não só os que se envolverem com ela, mas também seus familiares. A reputação ilibada de uma pessoa é um dos maiores legados que ela pode desfrutar e deixar para os seus.
    A Bíblia declara que, além de dominar as aves dos céus (Gênesis 1.26), as quais, na parábola do semeador, são identificadas com os demônios (Lucas 8.4-15), o homem também teria de exercer domínio sobre os peixes do mar (os seres que atuam no Reino de Deus, os anjos) e os animais que rastejam (as vidas microscópicas, as quais, entrando em contato com o nosso corpo, causam-nos um mal tremendo). O homem determinaria, e eles fariam a obra, mas a humanidade perdeu tudo isso na queda de Adão. Mesmo assim, a Palavra de Deus não foi anulada; afinal, com a vinda de Jesus, podemos resgatar a autoridade que nos foi dada um dia.
    O detalhe importante é que a nossa vida deve ser com abundância. Portanto, meu irmão, nada de pensar em escassez ou de ficar olhando para as circunstâncias e achar que não conseguirá a vitória. Agora mesmo, entre na presença de Deus, em Nome de Jesus, e exija o seu direito ao pleno exercício do poder divino. Seja você quem for, não aceite a derrota. A obra foi completa, e a Palavra do Senhor é que não haverá limitação à sua ação depois de ser iluminado pelas Escrituras.

    Em Cristo, com amor,

    R. R. Soares

 

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