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22/11/2019 - A HORA CRUCIAL DA PROVA

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E estendeu Abraão a sua mão e tomou o cutelo para imolar o seu filho. Gênesis 22.10


A tensão naquele momento era grande, pois não havia nada a ser feito no tocante ao holocausto, só chegar à finalização. Abraão foi até o fim em sua obediência ao Senhor. Naquela prova, o campeão não poderia falhar; do contrário, não seria obreiro aprovado. Parecia que o Todo-Poderoso não mudaria de atitude, e também o patriarca continuaria a obedecer até que viessem novas ordens dos Céus.

Abraão estava decidido a ir até o fim, porque sabia que o Senhor não é homem para voltar atrás nem se arrepender do que diz (Nm 23.19). O amigo de Deus não sabia que o sacrifício não terminaria com a morte do seu filho; porém, como foi ensinado a ser fiel ao Altíssimo, não discutia o fato de dar a vida do seu filho. Nunca houve pedido igual do Senhor a ninguém, nem haverá. Aquilo tudo era simplesmente uma prova para o servo de Deus confirmar a sua obediência.

O patriarca estendeu a mão e tomou o cutelo, decidido a cumprir o que lhe fora dito, crendo que até dos mortos o Senhor ressuscitaria seu filho. Como disse anteriormente, vou repetir: Deus nunca havia solicitado a alguém um sacrifício dessa natureza antes, e nem o fará outra vez. Se você ouvir uma voz pedindo esse tipo de coisa, repreenda-a na mesma hora, porque, sem dúvida, ela não vem dos Céus, e sim do Inferno.

Se Deus não falasse e Abraão sacrificasse seu filho? Ora, quem é experimentado na fé sabe que o Todo-Poderoso jamais muda Seus planos. Na verdade, esse caso simbolizava o que Ele faria depois em favor da humanidade, ao dar Seu Filho para morrer em nosso lugar. O homem não tinha condições de suprir essa necessidade, mas o Pai sim e fez Seu servo chegar ao momento final da vida de Isaque, para bradar dos Céus dizendo que não fizesse aquilo.

Abraão conhecia a voz do anjo do Senhor fazia algum tempo; afinal, a sua experiência ainda em Ur dos caldeus foi tão marcante e decisiva, que ele saiu da sua terra e seguiu para uma que lhe seria mostrada. No instante em que iria imolar Isaque, o anjo lhe disse que não fizesse aquilo. Se demorasse um pouco mais, seria tarde, e um pouco menos não seria a voz de Quem é perfeito.

As palavras do enviado do Senhor deixou o patriarca aliviado. Em seguida, o anjo declarou: Porquanto agora sei que temes a Deus e não me negaste o teu filho, o teu único (Gn 22.12). A obediência fez Abraão ser aprovado perante o Altíssimo. Com isso, ele provou que jamais falharia em seu coração.

Aquele brado era tudo o que ele precisava ouvir. De outra maneira, teria cumprido a primeira ordem. Enquanto não recebemos uma clara e nova ordem celestial, devemos continuar fazendo o que nos foi dito pelas Escrituras. Hoje, o Senhor não pede sacrifícios humanos nem de animais para Ele operar, e sim que, simplesmente, creiamos na Sua santa Palavra.

Em Cristo, com amor,

R. R. Soares

 

 

Deus da aprovação! Tu contavas cada passo de Abraão na obediência ao que falaste ao coração dele. Porém, o Teu anjo bradou dos Céus, proibindo-o de fazer qualquer mal ao seu filho. O importante naquele momento era a submissão a Ti.

Ele aguardou novas ordens até o fim, e elas vieram. Sabemos que não pedes mais que o homem faça sacrifícios de qualquer ordem. Esse foi o único caso em toda a história. O que Tu requeres do homem é obediência.

Agradecemos por nos assistires nas provas, que não são difíceis de serem cumpridas. Afinal, Tu darás ao homem fiel as ferramentas para realizá-las. Só provaremos que Te amamos pela fé concedida por Ti.

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