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23/03/2019 - A MISSÃO DE MOISÉS

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E tu, levanta o teu bordão, estende a mão sobre o mar e divide-o, para que os filhos de Israel passem pelo meio do mar em seco. Êxodo 14.16


Muitas coisas na obra de Deus só podem ser feitas por uma pessoa chamada para tal missão, como foi o caso de Moisés, o líder escolhido pelo Senhor para levar Seu povo à liberdade. Ele tinha de levantar a vara que trazia sempre consigo. Que privilégio aquele servo recebeu! Tudo estava preparado, até o vento do Leste para o Oeste esperava o momento em que cumpriria o ritual estabelecido pelo Altíssimo.

O homem de Deus havia acalmado o coração dos israelitas. Aquela multidão parou de reclamar quando ele disse que o Todo-Poderoso os honraria naquele dia, e os temíveis egípcios nunca mais seriam vistos. Assim, o Tirado das Águas se aproximou da beira do mar Vermelho. Veja a posição que um verdadeiro servo precisa ter diante do Senhor.

Ali, Moisés foi observado por israelitas, anjos de Deus e, certamente, demônios. Estes gostariam que ele ainda estivesse clamando pela misericórdia divina. Há tempo para tudo, até para clamar a Deus e obedecer ao Seu Ide. Então, ele levantou a vara. O que aconteceria em seguida seria irreversível: as águas se separariam milimetricamente e formariam entre elas uma passagem.

A expectativa continuou, porque Moisés teria de estender a mão que tinha ficado leprosa, em uma demonstração do poder do Senhor, e, depois, ficou curada em questão de minutos ao colocá-la e tirá-la do peito (Êx 4.6,7). O libertador não falharia, pois era como uma grande orquestra esperando o maestro levantar a batuta e girá-la de um lado para o outro, seguindo o som das notas musicais. E se aquilo tivesse saído da sua cabeça?

O diabo deve ter tentado Moisés o tempo todo. Ele não podia errar; afinal, os hebreus o consideravam o enviado do Alto. Com a mão sobre o mar, ele fendeu aquele amontoado de águas, e um forte vento soprou e aumentou sua força. O povo sentiu o vento, mas ninguém caiu por terra. As águas começaram a se abrir, e duas muralhas surgiram. Com lágrimas de alegria, todos caminharam pelo fundo do mar. A Deus seja a glória!

Os céus se alegraram! A saída dos descendentes de Abraão, Isaque e Jacó foi o maior dos espetáculos ocorridos sobre a Terra: três milhões de pessoas andando pelo fundo do mar, sem que as muralhas se rompessem. Oh! Como eu queria estar no meio deles para ver o grande e único Deus honrar Sua promessa! 

O Altíssimo declarou que a glória da última casa será maior do que a da primeira (Ag 2.9). Veremos coisas sendo realizadas em nossos dias que só o Senhor poderia prever e fazer. O seu amor a Deus precisa superar a justiça dos escribas e fariseus (Mt 5.20), para que Ele cumpra o que tem prometido ante seus olhos. Maiores obras faremos se crermos nEle (Jo 14.12).

Em Cristo, com amor,

R. R. Soares

 

 

Senhor! Trememos com uma pequena meditação sobre a passagem do Teu povo pelo mar Vermelho. O que tens preparado para nós hoje nos emocionará e exclamaremos: “Somente Tu és Deus!”.

Ensina-nos a participar da Tua glória, do descortinar da Tua vontade. Tu és mais do que os homens podem falar de Ti e nos tens reservado coisas tremendas. Teu poder é inquestionável. Veste-nos de alegres feitos!

Não há palavras para expressar o que sentimos diante das Tuas obras. Invocamos o Teu Nome para exigir a saída do mal da nossa vida. Estamos livres pelo Nome de Jesus. Obrigado, Pai!

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