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19/02/2021 - A NOTÍCIA QUE ABALOU JACÓ

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E os mensageiros tornaram a Jacó, dizendo: Fomos a teu irmão Esaú; e também ele vem a encontrar-te, e quatrocentos varões com ele.  Gênesis 32.6


Provavelmente, os servos de Jacó nunca tinham feito aquele caminho até Esaú, porque a montanha de Seir era longe de onde nasceram. Porém, usando as informações fornecidas pelo seu senhor e perguntando aqui e ali, chegaram ao destino. Lembremos que, naqueles dias, não havia mapas nem outros impressos que os ajudassem. Eles tinham de ser peritos em seguir o curso das estrelas e, principalmente, ser dirigidos pelo Senhor.

A recepção de Esaú não deve lhes ter agradado, nem a resposta que ouviram. Ora, saber que Jacó estava rico e possuía servos e servas pode ter soado como ameaça no coração do irmão. Será que Jacó quis dizer aquilo? Ou falou por descuido, ou foi simplesmente demonstração de medo. O homem com pele e cabelo vermelhos deve ter ficado vermelho de raiva; então, reuniu 400 homens para encontrá-lo. Que resposta!

Por outro lado, Jacó deve ter contado ansiosamente os dias, as horas e os minutos, desde que seus servos saíram rumo à montanha de Seir. Finalmente, quando estavam retornando, o coração do herdeiro da promessa batia mais forte a cada passo que davam para chegar aonde ele e sua família estavam. O que deveriam dizer? Bem, decidiram falar a verdade, tudo o que ouviram e viram. Afinal, Esaú não demonstrou querer a paz. Vigie!

Diante do relato, Jacó se esforçou para não demonstrar fraqueza, pois tinha de ficar firme diante dos familiares. Seus filhos não podiam notar que o medo passou em seu coração; assim, não receberiam uma má lição. Nessas horas, fica difícil não demonstrar o que ocorre em nosso interior, não é mesmo? Todos, mais cedo ou mais tarde, enfrentarão momentos de angústia e desespero. A solução é confiar e orar!

Jacó revelou uma força diante de Labão, ao enfrentá-lo e dizer-lhe a verdade (Gn 31.42). Quanto ao plano maligno de Esaú, o qual prometera executar e incluía a sua morte, o que fazer? A força de Jacó era o temor de Isaque, demonstrado a Abimeleque, rei filisteu, em Gerar (Gn 26.16). Esse rei incentivava ou fazia vista grossa para a petulância dos seus servos, quando estes tomavam os poços de água que Isaque cavava. Isaque provou respeitar o Senhor!

A toda hora vemos os demônios usarem as pessoas. Muitas vezes, isso ocorre dentro de casa. É difícil acreditar que certas coisas acontecem conosco. Porém, como agir sendo servos do Altíssimo? Por que certas provações nos afligem, se buscamos e servimos ao Senhor? Posso garantir que estar na ciranda do inimigo dói demais, porque a carne pede algum ato de “justiça”, e Deus nos dirige em amor!

Não importa o que lhe fizeram; Jesus sofreu os seus males e de quem os fez. Não ceda ao ódio, mas ore em todo o tempo (Rm 12.14,17-21). Só na eternidade, tomaremos conhecimento do que foi necessário para a formação do nosso caráter. Nunca saia da presença de Deus, pois Ele sabe de tudo e, por isso, deixou que você fosse provado com fogo!

Em Cristo, com amor,

R. R. Soares

 

 

Deus, Consolador de verdade! Não entendemos o quanto dói em outros uma ação má e covarde, mas não desejamos o mesmo tratamento conosco. Sabendo que todas as coisas cooperam para o bem de quem Te ama, nós nos curvamos em temor!

A luta de Jacó foi intensa. Começou ainda no ventre materno, com Esaú usando a força. Não deve ter sido fácil se defender no saco gestacional de quem era usado pelo diabo. Mas Tu estavas com Jacó e lhe ensinaste a segurar o calcanhar do irmão. Que ação!

Que jamais percamos o temor a Ti! As nossas obras serão passadas pelo fogo; então, queremos que sejam aprovadas. O nosso querer tem de ser subjugado, para que a Tua agradável, pura e perfeita vontade se realize em nossa vida!

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