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01/03/2020 - ABOMINÁVEIS COM AQUILO QUE AMARAM

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Achei Israel como uvas no deserto, vi a vossos pais como a fruta temporã da figueira no seu princípio; mas eles foram para Baal-Peor, e se consagraram a essa coisa vergonhosa, e se tornaram abomináveis como aquilo que amaram.   Oseias 9.10


Imagine a expressão de alegria de alguém que, estando perdido no deserto sem se alimentar durante muito tempo, de repente, olha para o lado e não acredita no que vê: uma parreira de uvas fresquinhas! Seria miragem? É indescritível a satisfação dessa pessoa, que estava prestes a morrer e partir para o desconhecido. Deus nos achou dessa maneira. Inacreditável, né?

Essa parreira – cuja preservação é inexplicável, a não ser pela mão de Quem tem todo o poder – continuava a produzir frutos. Quando parecia que minguaria ou secaria, ela mostrava milagrosamente que tinha Alguém lhe dando vida e alimentando-a. Quantas lutas perdemos e quanta ingratidão mostramos ao Senhor, o qual nos fez existir em pleno caos! Medite, ore e volte-se para Deus!

O encontro do Altíssimo com o homem vem de muito tempo. Começou quando Abraão, ao ver a corrupção do seu povo em Ur dos Caldeus, decidiu romper com tudo aquilo. Naquele deserto, ele era aquela parreira de uvas que dessedentaria milhões de pessoas, ou o mundo inteiro se este dissesse sim a Deus. O patriarca da fé tomou a decisão sábia, por isso somos abençoados nele!

De Abraão veio Isaque, o homem do temor; depois, Jacó, aquele que reconquistou o que por direito era dele e de tantos outros. Eles eram os primeiros frutos maduros da época certa. Porém, depois que o pomar se completou, e todos puderam viver do que ali se produzia, seus descendentes descobriram Baal-Peor e abandonaram Aquele que iniciara a obra com a parreira, ou a figueira, e estava pronto para dar vida à humanidade.

Para o Evangelho nos alcançar, o Senhor cuidou das uvas frescas e dos figos. No entanto, lemos no versículo que os descendentes de Abraão deixaram o Deus da santidade e se entregaram ao senhor da promiscuidade, a qual macula o leito conjugal e faz dos santos do Pai celestial iguais aos imundos de Satanás. O tempo em que os homens não aguentarão a sã doutrina está chegando (2 Tm 4.3), e o que será de nós? Misericórdia!

Um ídolo vergonhoso tem sido erigido no lugar do altar do Senhor. As multidões que nada sabem são enganadas pelo poder da sensualidade. O que será da igreja, se isso continuar assim? Aonde esse “evangelho” chegará? Que os sujos se sujem ainda mais, e os limpos se limpem mais ainda (Ap 22.11)! Para quem você se dirigirá: Jesus ou o imundo Baal?

Os amados do Todo-Poderoso não expulsam mais demônios, não limpam ninguém nem restauram vidas no altar de Deus. O diabo disfarçado de cordeiro dita regras, mas a última trombeta soará, e o que será de quem trocou o Senhor pelo deus da vergonha sensual, tornando-se tão vil quanto este?

Em Cristo, com amor,

R. R. Soares

 

 

Deus que nunca Se esquece! Dá para chorar de vergonha vendo os erros cometidos na execução da Tua obra e o desrespeito pela Tua Palavra. Parece que revivemos os dias em que Jeremias chorava por Judá. Perdemos o juízo?

A parreira deixou de existir? O que diz Aquele que cuidava dela? Os frutos cessarão? E a nova geração, como viverá? O homem descobriu o que Israel também procurou e pagou caro. Hoje, Baal, com outro nome, encanta milhões!

Faz-nos voltar outra vez do cativeiro para Sião, e, assim, ficaremos como quem sonha. O Teu amor é melhor que o das mulheres, do que a mentira, a luxúria e o fermento da sensualidade. Queremos nos embriagar com o Teu Espírito!

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