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22/04/2010 - AMAR É CUMPRIR O MANDAMENTO

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“O presbítero ao amado Gaio, a quem, na verdade, eu amo” (3 João 1.1).

O presbítero João escreve essa carta a Gaio, chamando-o de amado – e o faz com sinceridade, amando-o verdadeiramente. É dessa forma que também devemos servir a Deus e amar os nossos irmãos, pois, do contrário, no fim, teremos de dar conta pela nossa falta de amor.

João foi um dos mais importantes discípulos do Senhor. Esse filho do trovão (Marcos 3.17) teve o prazer de ser o mais íntimo do Mestre, a ponto de reclinar-se no seio dEle (João 13.23), mas, por ser servo do Altíssimo, intitulava-se o presbítero. Sem dúvida, ele era um apóstolo de verdade, porém, como não viveu em nossos dias, esse tratamento tão cobiçado por muitos não lhe passou pela cabeça. Com isso, entendemos que não temos de fazer valer o que somos, pois o próprio Deus é quem Se encarrega disso por nós.

Quem, afinal, era o amado Gaio? Ora, era um irmão em Cristo. João aprendeu com Jesus que o tratamento que os Céus nos dispensam é pessoal. Apesar de, no Corpo de Cristo, haver milhões de outros iguais a nós, o Pai Se relaciona conosco e Se refere a nós como indivíduos. De fato, a nossa chamada é particular, o nosso ministério é único, e a atenção que o Altíssimo nos concede também é individualizada. Cada um de nós tem uma importância enorme aos olhos do Onipotente, que nunca está ocupado a ponto de não nos atender individualmente.

João foi testemunha ocular dos ensinamentos de Jesus. Ele sabia que o novo mandamento trazido pelo Mestre era o seguinte: Que vos ameis uns aos outros (João 13.34). No entanto, esse sentimento não podia ser interesseiro nem pecaminoso; ao contrário, tinha de ser do mesmo tipo do que devemos ter para com Deus: o verdadeiro amor. Quantos irmãos não teriam perdido a comunhão com o Senhor se não tivessem deixado Satanás entrar no amor de verdade que deveriam ter pelas irmãs?

Ora, quando amamos verdadeiramente qualquer pessoa, sem qualquer interesse, estamos servindo ao Senhor de fato. Então, meu irmão, como você tem demonstrado seu amor aos demais membros do Corpo de Cristo? Tem respeitado cada um deles como servos do Altíssimo ou aguardado o momento para que algo errado aconteça entre vocês?

É importante lembrar que, no dia do Juízo final, prestaremos conta tanto do amor com relação aos membros da Igreja do Senhor quanto da falta desse sentimento por eles. Portanto, se você diz que ama um irmão, mas isso não é verdadeiro, cuidado com o fingimento! Não demonstre amor só para “sugar” algo do seu irmão. Veja se, realmente, você o ama ou se demonstra isso com o objetivo de, por exemplo, ser convidado para festas e refeições na casa dele. Quem ama de verdade não age desonestamente.

Quando obedecemos ao mandamento divino, queremos o melhor para os demais irmãos em Cristo, e os perdidos são impactados com a mensagem silenciosa que esse nosso ato lhes transmite. Mas o contrário também é verdadeiro: os que ainda não aceitaram Jesus também se afastarão dEle se virem falsidade em nosso ato de amar. Nesse ponto, reside um perigo enorme: seremos responsabilizados pela perda dessas vidas! Meu irmão, que o seu amor a Deus e ao próximo seja sempre verdadeiro.

Em Cristo, com amor,

R. R. Soares

 

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