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10/04/2010 - CONSIDERE AS NORMAS

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CONSIDERE AS NORMAS

 

 

“E, se alguém também milita, não é coroado se não militar legitimamente” (2 Timóteo 2.5).

 

Não podemos fazer a obra de Deus de qualquer maneira. Jesus deu exemplo disso antes de distribuir os cinco pães e os dois peixes (Lucas 9.12-17). Além disso, não podemos criar doutrinas. Temos de, tão somente, reconhecer a soberania do Senhor, militar legitimamente e entender que o nosso alvo deve ser a recompensa final.

Nada pode ser inventado para que a obra divina seja realizada com mais sucesso. Basta observar como as pessoas foram usadas nos tempos bíblicos e imitá-las para que se obtenha igual produtividade. Elas agiam debaixo de inspiração, faziam o que lhes era mandado e não temiam qualquer ameaça. Além disso, não criavam meios de fazer algo para o Altíssimo a partir da própria mente. Os que assim tentaram não foram bem-sucedidos.

Quando o Mestre recebeu os pães e os peixes para alimentar a multidão faminta, ordenou que os fizessem sentar em ranchos de 50 e de 100 pessoas. Enquanto isso não foi feito, Ele não abençoou nem multiplicou o alimento. Isso nos mostra que Ele deseja ordem ao executarmos a Sua vontade. Sem dúvida, o povo estava ávido para comer, mas, primeiro, tinha de ser preparado como Jesus havia determinado.

Quem decide imitar um profissional de comunicação, por exemplo, e se lança a realizar algo sob as orientações dos sábios deste mundo verá que o que produziu foi obra da carne, a qual, segundo o Senhor, para nada presta. A Porta continua estreita, e o Caminho, apertado (Mateus 7.13-14), e só os que entram por Ele conseguem agradar a Deus. No tocante aos assuntos divinos, é melhor observar as instruções, seguir as normas e depender somente do Espírito do Senhor.

A pessoa que resolve fazer a obra do Pai da maneira que julga melhor não reconhece a soberania do Senhor sobre a sua vida e sobre a obra dEle. Ora, Deus é o Ser mais inteligente de todo o Universo. Foi Ele quem criou todas as leis que regem a natureza, colocou a terra e os demais astros em suas órbitas e conserva todos com vida. Deixar que Ele nos use do Seu modo é certeza de sucesso completo em todos os sentidos.

Por outro lado, quem inventa meios de realizar a obra de Deus não está militando de modo legítimo, e isso é perigoso. Dois filhos de Arão assim fizeram e foram mortos, porque o Altíssimo considerou que eles levaram fogo estranho – inspiração estranha – ao altar do Senhor (Levítico 10.1,2; Números 26.61). Por isso, meu irmão, nunca leve fogo estranho para a obra divina. Os que são oriundos da idolatria precisam ter muito cuidado para não aplicar no serviço do Senhor coisas usadas na feitiçaria.

No versículo destacado, o apóstolo Paulo falou em recompensas. Não há nada de errado em tê-las como alvo; afinal, se o Senhor prometeu, Ele o fez com algum objeto. Se elas não servissem como alvo, Ele teria guardado cada uma em segredo e, no último dia, Ele iria surpreender-nos.

Creio que Ele tem guardado muitos presentes para nós. No entanto, o que foi revelado pode constituir-se de propósitos, por meio dos quais nos esforçamos para realizar a Sua santa vontade. Mas tudo dentro das normas fixadas, é claro.

 

Em Cristo, com amor,

 

R. R. Soares

 

12/04/2010 - CONSIDERE AS NORMAS

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CONSIDERE AS NORMAS

“E, se alguém também milita, não é coroado se não militar legitimamente” (2 Timóteo 2.5).

 Não podemos fazer a obra de Deus de qualquer maneira. Jesus deu exemplo disso antes de distribuir os cinco pães e os dois peixes (Lucas 9.12-17). Além disso, não podemos criar doutrinas. Temos de, tão somente, reconhecer a soberania do Senhor, militar legitimamente e entender que o nosso alvo deve ser a recompensa final.
 Nada pode ser inventado para que a obra divina seja realizada com mais sucesso. Basta observar como as pessoas foram usadas nos tempos bíblicos e imitá-las para que se obtenha igual produtividade. Elas agiam debaixo de inspiração, faziam o que lhes era mandado e não temiam qualquer ameaça. Além disso, não criavam meios de fazer algo para o Altíssimo a partir da própria mente. Os que assim tentaram não foram bem-sucedidos.
 Quando o Mestre recebeu os pães e os peixes para alimentar a multidão faminta, ordenou que os fizessem sentar em ranchos de 50 e de 100 pessoas. Enquanto isso não foi feito, Ele não abençoou nem multiplicou o alimento. Isso nos mostra que Ele deseja ordem ao executarmos a Sua vontade. Sem dúvida, o povo estava ávido para comer, mas, primeiro, tinha de ser preparado como Jesus havia determinado.
 Quem decide imitar um profissional de comunicação, por exemplo, e se lança a realizar algo sob as orientações dos sábios deste mundo verá que o que produziu foi obra da carne, a qual, segundo o Senhor, para nada presta. A Porta continua estreita, e o Caminho, apertado (Mateus 7.13-14), e só os que entram por Ele conseguem agradar a Deus. No tocante aos assuntos divinos, é melhor observar as instruções, seguir as normas e depender somente do Espírito do Senhor.
 A pessoa que resolve fazer a obra do Pai da maneira que julga melhor não reconhece a soberania do Senhor sobre a sua vida e sobre a obra dEle. Ora, Deus é o Ser mais inteligente de todo o Universo. Foi Ele quem criou todas as leis que regem a natureza, colocou a terra e os demais astros em suas órbitas e conserva todos com vida. Deixar que Ele nos use do Seu modo é certeza de sucesso completo em todos os sentidos.
 Por outro lado, quem inventa meios de realizar a obra de Deus não está militando de modo legítimo, e isso é perigoso. Dois filhos de Arão assim fizeram e foram mortos, porque o Altíssimo considerou que eles levaram fogo estranho – inspiração estranha – ao altar do Senhor (Levítico 10.1,2; Números 26.61). Por isso, meu irmão, nunca leve fogo estranho para a obra divina. Os que são oriundos da idolatria precisam ter muito cuidado para não aplicar no serviço do Senhor coisas usadas na feitiçaria.
 No versículo destacado, o apóstolo Paulo falou em recompensas. Não há nada de errado em tê-las como alvo; afinal, se o Senhor prometeu, Ele o fez com algum objeto. Se elas não servissem como alvo, Ele teria guardado cada uma em segredo e, no último dia, Ele iria surpreender-nos.
 Creio que Ele tem guardado muitos presentes para nós. No entanto, o que foi revelado pode constituir-se de propósitos, por meio dos quais nos esforçamos para realizar a Sua santa vontade. Mas tudo dentro das normas fixadas, é claro.

 Em Cristo, com amor,

 R. R. Soares

 

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