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09/06/2020 - EM QUEM DEVEMOS NOS REGOZIJAR?

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Ora, muito me regozijei no Senhor por, finalmente, reviver a vossa lembrança de mim; pois já vos tínheis lembrado, mas não tínheis tido oportunidade. Filipenses 4.10


Quando pensamos naqueles que temos ajudado desde o início da caminhada com o Senhor, revivemos momentos em que o Espírito Santo nos usou poderosamente. Foi lindo vê-los dar os primeiros passos em direção à vida perfeita em Cristo. Ao ensinar um indivíduo a ouvir e temer o Senhor, aprendemos a tê-los como filhos queridos. Vemos, então, que o nosso tempo para torná-los bons servos foi bem empregado.

Essas pessoas merecem mais do nosso carinho, por isso, quando possível, devemos visitá-las ou enviar-lhes algum recado que as faça se sentirem queridas. A nossa relação com elas deve ser a de um pai que cuida daqueles que lhe foram confiados. Precisamos amá-las dando-lhes a devida atenção.

Ao recebermos uma palavra desses irmãos, sentimo-nos felizes, porque vemos como eles aprenderam a amar a Deus. De fato, o nosso trabalho para fazê-los firmes na fé continua a operar em seus corações. Isso prova que eles fazem parte dos planos divinos e serve de encorajamento para se sentirem sob a proteção do Pai. A nossa consideração por eles os fará fortes nas perseguições.

Da mesma forma devemos proceder com quem o Altíssimo nos leva a iniciar na fé em Cristo. Com o tempo, esse recém-convertido, por fazer parte da família de Deus, amadurecerá espiritualmente, e teremos mais uma “pedrinha” na coroa que receberemos naquele Dia. A nossa obra nunca será vã no Senhor, o qual nos ajuda a alcançar mais vidas preciosas, que, sem Cristo, pereceriam.

Alguns podem parecer arredios ao Evangelho, com muitas barreiras impedindo-os de abrir o coração para Deus. No entanto, o amor divino nos usa de tal modo, que aquela “pedreira” não aguenta o Martelo do Senhor, a Palavra, e é “pulverizada” em o Nome de Jesus. Quando anunciamos Cristo aos perdidos, nós lhes damos a Vida que os salvará e não deixará que tropecem. Temos de lhes apresentar a verdadeira felicidade, a fé em Jesus; afinal, no passado, alguém fez isso por nós. Isso é amar de verdade!

Pode ser que as ovelhas do nosso aprisco estejam passando por alguma crise. Então, devemos sempre mencioná-las em oração, pois foram geradas no Senhor. Não tratamos com pessoas perfeitas e maduras na fé, e sim com muitas que não sabem distinguir entre a mão esquerda e a direita. Temos de ser pacientes, bons e afáveis para com todas (Jn 4.10,11). Do contrário, estaremos contra a obra do Altíssimo. A quem servimos: ao Deus de amor ou ao diabo do ódio?

Os filhos sempre serão filhos, de quem os pais jamais se esquecerão. Portanto, não podemos desapontá-los, pois, sem dúvida, eles também nunca nos esquecerão se formos maus com eles. Aliás, devemos nos regozijar em Deus por causa de todos aqueles que Ele nos permitiu “produzir” no ministério. Os filhos são a razão desse contentamento no Senhor.

Em Cristo, com amor,

R. R. Soares

 

 

Senhor! É bom termos filhos em Cristo, os quais, antes, caminhavam para a perdição eterna, mas foram salvos pelo trabalho que realizamos e continuaremos a realizar em Ti. Jamais trocaremos a fé verdadeira pelas obras da carne.

Pai, Tu tens trabalhado em tantas vidas, por isso o nosso coração se alegra. Que satisfação é ver que o nosso trabalho foi feito em Ti. Obrigado por nos usares para gerarmos filhos para Ti. Aleluia!

Dá a todos que geramos na fé em Jesus a lembrança do que tivemos deles. Isso nos serve de inspiração para continuarmos a falar de Jesus como convém. Que jamais usemos o que não vem de Ti, mas sejamos fiéis nas missões que Tu nos dás! Obrigado, Pai!

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