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25/11/2016 - ESTA É A PASCOA DO SENHOR

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Assim, pois, o comereis: os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a Páscoa do SENHOR. Êxodo 12.11


Observar os detalhes especificados pelo Senhor é sinal de obediência, submissão, sabedoria e respeito. Por ser perfeito, Ele nunca nos falaria algo que não fosse verdade e o melhor para a nossa vida. A Páscoa do Senhor deveria ser a última coisa que faríamos antes de partirmos em obediência ao Altíssimo. Como os israelitas, deveríamos participar dela vestidos e preparados para pôr os pés no caminho.

Isso mostra a seriedade dos atos de Deus. Jamais poderíamos nos colocar em ação, sem a preparação simples, mas necessária. Se formos orar por uma bênção, temos de fazê-lo com fé e determinação, esperando o resultado prometido na Palavra. Então, após o clamor, crer que fomos atendidos. Ora, na oração, invocamos o único Senhor do Universo, por isso, antes, temos de considerar a obra como já realizada.

Os lombos tinham de estar vestidos, como os de alguém que sai para uma longa viagem. O apóstolo Pedro nos orienta, depois de vestirmos os lombos do nosso entendimento, a sermos sóbrios e esperar inteiramente na graça oferecida a nós na revelação de Jesus. Os que assim fazem entram em combate com toda a habilidade para vencer a luta. Antes de orar, cubra-se de poder e unção. Só quem estiver bem preparado sairá vitorioso!

Os pés precisavam estar calçados para comer a Páscoa do Senhor. Paulo disse que é nosso dever calçar os pés na preparação do Evangelho da paz (Ef 6.15). Isso significa tomar como base as experiências dos nossos irmãos dos tempos bíblicos, quando a revelação ia sendo descortinada. As provas pelas quais passaram, as dores que sentiram e as lições obtidas devem servir como treinamento para as nossas determinações.

O cajado era destinado à proteção, a fim de resistir a algum animal selvagem que surgisse no caminho. Eles precisavam tê-lo nas mãos ao comer a Páscoa. Isso nos ensina a nunca sairmos para fazer qualquer coisa sem a vara de poder – a Palavra revelada. Mesmo sendo alimentados na mesa do Senhor, o inimigo pode surgir com suas ameaças e, então, munidos com essa arma defensiva, teremos condições de repreendê-lo e vencê-lo.

Estando vestidos para sair do cativeiro, devemos comer a comida espiritual com pressa, para que entre logo em nosso espírito e produza a força necessária. Quem demora a assumir o que Deus lhe dá pode ficar surpreso com a velocidade com que o inimigo o tenta. Alguns, por serem vagarosos nessa parte, são contaminados pelo veneno infernal, embora estejam à mesa do Altíssimo.

A Páscoa do Onipotente não é algo racional, em que a mente tem de equacionar para entender. Trata-se de uma verdadeira e derradeira refeição fornecida antes da nossa saída de uma doença ou tentação. A nossa partida tem de ser para a vitória. Aleluia!

Em Cristo, com amor,

R. R. Soares

 

 

Cordeiro Pascoal! Obrigado por nos ensinares a fazer a Tua obra, pois, de outro modo, não Te agradaremos. Queremos comer o pão da Ceia, o corpo de Cristo. NEle foram feitas feridas, pelas quais fomos curados das enfermidades.

No sangue de Cristo, fomos perdoados e lavados de toda imundícia. Agora, somos livres do cativeiro maligno. Como o sangue nos umbrais das portas protegia os hebreus da destruição, ele livrará a nossa alma do destruidor.

Devemos estar com os lombos cingidos, os sapatos nos pés, o cajado na mão e o espírito pronto para comer a carne do Cordeiro apressadamente. Assim, faremos a Tua Páscoa, a obra da libertação de muita gente presa ao cativeiro do diabo. Amém! 

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