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01/05/2010 - HONRE O SEU COMANDANTE

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“E sucedeu, depois da morte de Josué, que os filhos de Israel perguntaram ao SENHOR, dizendo: Quem dentre nós primeiro subirá aos cananeus, para pelejar contra eles?” (Juízes 1.1).

O nosso ministério termina quando a nossa vida chega ao fim, mas a obra do Senhor tem de continuar. Prova disso é que, assim como os filhos de Israel honraram seu líder até a morte, oraram ao Altíssimo para que esse posto fosse logo preenchido por alguém da Sua escolha. Tudo isso aconteceu porque eles sabiam que precisavam pelejar e continuar o projeto divino, o qual não para nem mesmo com a morte do líder.

Quando um servo de Deus, responsável por um trabalho, é recolhido ao Jardim do Senhor, seu ministério cessa. Então, seus familiares não podem cair na tentação de achar que aquela tarefa era um bem material do falecido – como, por exemplo, uma fazenda – e, portanto, eles devem tocar a obra. Tanto faz se ele foi chamado para iniciar o afazer ou continuá-lo, pois isso era ato muito pessoal, e o Altíssimo é quem escolhe a pessoa para assumir o comando. Uma boa ilustração para esse fato é Moisés: embora ele tivesse dois filhos – Gérson e Eliézer, não se cogitou que eles sucederiam o pai na missão que o Eterno lhe confiou.

Com Josué aconteceu algo semelhante: enquanto estava vivo, os filhos de Israel o honraram, e não há notícias de algum motim organizado para depor o escolhido do Senhor. Ao contrário, eles o aceitaram como enviado do Altíssimo. Desse modo, puderam vencer as batalhas que travaram. Talvez, os israelitas tivessem aprendido com as revoltas contra Moisés e o julgamento que o Senhor executou, destruindo os rebeldes. Ora, não se deve apontar o dedo contra aquele que foi separado para cumprir o plano de Deus, pois ele tem o Todo-Poderoso como sua retaguarda.

Jamais devemos aceitar que haja em nosso meio alguém com vontade própria, o qual passe a fazer política, velada ou ostensiva, para ser o escolhido. É preciso, sim, orar a Deus pedindo direção. Realmente, não é bom procedimento tirar do Comandante supremo, o nosso Senhor, a prerrogativa de escolher o cabeça do Seu povo.

Os israelitas tinham noção de que deveriam continuar a obra de Deus, a qual será concluída com a volta de Jesus. Não importa a posição em que Ele nos coloca para cumprirmos a Sua chamada, devemos estar lá: seja na liderança, na porta, ou em qualquer outro posto. Por isso, não é certo fazer pedido igual ao dos filhos de Zebedeu, os quais queriam ficar um a cada lado do Mestre (Marcos 10.32-45). Até a mãe deles tentou intervir em favor dos filhos, mas Jesus os convenceu a desistirem, pois o líder é fruto de escolha, e não de rogo.

Com a morte do líder, o Senhor levantará outro, e nós, juntos com o nomeado, devemos permanecer servindo ao Mestre com amor, dedicação e respeito. Continuar a realizar o que nos foi ordenado, meu irmão, além de gratificante e honroso, serve para mostrar que somos fiéis e leais. Desse modo, quem está cumprindo sua missão pode crer que há um exército de anjos ao seu lado, e o tamanho desse batalhão depende do que será preciso para tal realização. Contudo, não se preocupe, pois isso foi muito bem calculado pelo Comandante supremo.

Em Cristo, com amor,

R. R. Soares

 

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