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24/08/2012 - NÃO INTERROMPA A SÉRIE DE MILAGRES

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E sucedeu que, contando ele ao rei como vivificara a um morto, eis que a mulher cujo filho vivificara clamou ao rei pela sua casa e pelas suas terras; então, disse Geazi: Ó rei, meu senhor, esta é a mulher, e este o seu filho, a quem Eliseu vivificou. 2 Reis 8.5

Ouça a mensagem

O procedimento santo de Eliseu levou uma senhora sunamita a convidá-lo a comer pão quando passava por sua casa no cumprimento de uma missão. Com a recorrência do fato, certo dia, ela entendeu que deveria fazer um quarto para o profeta descansar sempre que passasse por ali. Quem é de Deusdeve estar disponível para ser usado pelo Senhor. Bom seria se todo servo do Altíssimo sempre exalasse o bom aroma de Cristo (2 Co 2.15)!

Não há quem faça algo pela obra divina e não seja recompensado por isso. Ora, temos poder para dar e tirar, para prender e para soltar (Mt 16.19). Logo, se alguém nos dá algo, ainda que seja um copo de água fria, podemos declarar uma bênção a essa pessoa. Porém o “tamanho” da bênção não depende do valor da oferta, mas do que sentimos no coração.

Ao saber que a mulher não tinha filho, Eliseu não demorou a abrir sua boca para profetizar. Isso porque, para Deus, tudo é possível (Mc 10.27b). Porém é necessário um coração que creia e se atreva a falar em Seu Nome. Além disso, a bênção é liberada para durar, e somos responsáveis pela dádiva de sermos usados para entregá-la, pois somos despenseiros dos dons celestiais.

Segundo as palavras do profeta do Senhor, a sunamita deu à luz um filho (2 Rs 4.16,17), porém, tempos depois, o menino morreu, e a mãe sentiu que Eliseu tinha poder para lhe dar o filho de volta. Então, sem falar com ninguém, ela foi direto ao homem de Deus e lançou-se aos seus pés. O profeta tinha de ser achado fiel no seu ministério, a fim de operar os milagres divinos. Esse é um dos requerimentos que pesa sobre nós (1 Co 4.2); por isso, temos de servir uns aos outros conforme o dom que recebemos (1 Pe 4.10).

Após ter seu filho de volta à vida, orientada por Eliseu, a sunamita saiu de sua terra por sete anos. No entanto, ao voltar, encontrou sua antiga propriedade nas mãos de outrem e, então, foi ao rei suplicar pelo que lhe pertencia. Ao chegar, Deus já havia preparado tudo, porque ela havia crido no que lhe dissera o profeta. 

Geazi, auxiliar de Eliseu, contava ao rei sobre a senhora e o milagre da ressurreição de seu filho; ao ver aquela mãe, disse que se tratava da mulher de quem falava. Então, o rei lhe deu ouvidos e pediu que um oficial cuidasse do caso. Mais uma vez, a sunamita viu que crer no profeta do Senhor a fazia prosperar. Deus entregou aos Seus servos a Sua Palavra, a qual – se crida e assumida – poderá fazer o mesmo que o Senhor faria pessoalmente. 

Não foi por acaso que o Altíssimo registrou nas Escrituras esse acontecimento e me usou por meio desta mensagem. Eu não abro mão do dom que Ele me deu. E você, o que diz?

Em Cristo, com amor,

R. R. Soares

 

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