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20/12/2019 - O INTERESSE POR JESUS

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E logo se ajuntaram tantos, que nem ainda nos lugares junto à porta eles cabiam; e anunciava-lhes a palavra. Marcos 2.2


A presença de Jesus em qualquer lugar atraía multidões que queriam aprender a se livrar dos seus infortúnios. O mesmo precisa acontecer hoje. Ora, se Cristo habita em nosso coração, as pessoas devem nos procurar. Mas será que Ele, de fato, está em nós? Precisamos ter o Filho e o Pai morando em nós, como o Senhor prometeu, e é fácil alcançar essa bênção (Jo 14.23).

Naquele dia, ficou provado que as pessoas deixam tudo o que estão fazendo e vão ao encontro do Salvador. Ao lermos que logo a casa ficou lotada, observamos que a unção do Senhor tem de operar em e por nosso intermédio, a fim de ganharmos os perdidos para o Reino dos Céus. Será que estamos inventando o modo de fazer a obra, sem seguir as lições de Deus?

Nos relatos sobre os heróis bíblicos e o próprio Cristo, vemos as respostas para consertar o nosso procedimento. Com o revestimento de poder que recebera do Pai, Jesus andava por toda parte fazendo o bem. Temos ou não a unção que repousava sobre o Redentor? Antes de pregarmos as Boas-Novas, temos de verificar se estamos em Cristo, e Suas palavras, em nós (Jo 15). 

O Mestre garantiu que, se crêssemos nEle, faríamos as mesmas obras executadas por Ele e outras maiores (Jo 14.12). Ainda afirmou que receberíamos a virtude do Espírito Santo (At 1.8). Então, por que não seguimos o Seu exemplo? A nossa geração tem se corrompido e se entregado à devassidão. Embora muitas pessoas achem isso normal, temos de ser instrumentos nas mãos do Senhor. Porém, o que nos impede? Já temos a resposta!

Ao contemplar aquela multidão, o Messias não Se influenciou pela alegria dos presentes ao vê-Lo, mas ensinava a Palavra. Tenho visto que, quando prego o Evangelho e os participantes dão atenção ao que ouvem, a fé surge no interior deles. Assim, após a oração, ouço o testemunho de que Deus operou naquele encontro. Isso deveria ocorrer todas as vezes em que estivéssemos ministrando, pois o Senhor não muda. 

Naquele ambiente pleno da presença divina, onde o Mestre Se encontrava, aconteceriam maravilhas. Normalmente, quando o culto está no ápice, o diabo nos faz lembrar de algum compromisso, e nós encerramos a reunião, o que é uma maldade para com os necessitados. Quando o Senhor está agindo no meio do povo, temos de nos esquecer da hora. Amém?

Dá para perceber quando Deus fala por nosso intermédio. Ele quer salvar, curar e santificar as pessoas, operando prodígios, mas a nossa pressa O tem impedido de fazer mais. Sabendo que é difícil conduzir o povo à presença do Altíssimo, precisamos nos entregar à direção dEle completamente, permitindo o Seu poder fluir.

Em Cristo, com amor,

R. R. Soares

 

 

Deus, nosso Exemplo! Que lição deste naquele dia! As pessoas estavam naquela casa para aprender de Ti, e Tu lhes ensinavas. Às vezes, não temos falado do Teu amor e da Tua vontade para o homem.

Os que Te escutaram logo absorveram um dos mais belos ensinos, pois de Ti sairia o perdão, a maior bênção que o homem pode receber de Ti, e, com ele, a cura e a solução para o sofrimento. Tudo foi feito naquele culto.

Bom seria se pudéssemos transformar as nossas reuniões em encontros de fé, e não em qualquer outro propósito. Sabemos que, se buscarmos o Teu Reino e a Tua justiça, as demais coisas nos serão acrescentadas. Ajuda-nos a mudar, Pai!

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