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20/11/2009 - O NOSSO LOUVOR SERÁ ETERNO

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“Mas nós bendiremos ao Senhor, desde agora e para sempre. Louvai ao Senhor!“ (Salmo 115.18).

No versículo anterior, o salmista fala que os mortos não podem louvar a Deus. Precisamos entender a diferença entre vivos e mortos no mundo espiritual. Aqueles que, por exemplo, pertencem a alguma religião ou igreja, mas não nasceram de novo, estão mortos, e tudo o que pensam fazer para a glória do Pai é em vão. Muitos desses, por sinal, até compõem belos hinos, obras aparentemente da melhor qualidade, porém isso não tem valor algum.

O apóstolo Paulo falou que podia até entregar seu corpo para ser queimado, mas, se não tivesse amor – o amor do Senhor revelado, que transformou sua vida –, de nada valeria (1 Coríntios 13.3).

É triste saber que tantos religiosos, consagrados ao que chamam de obra de Deus, irão arrepender-se tremendamente no último dia por um único motivo: não terem passado pelo novo nascimento. Essa experiência é condição sine qua non para o homem obter comunhão com o Altíssimo e ter seu serviço aceito por Ele. Basta ler o que Cristo declarou em João 3.3,5 para entender como o Mestre vê o fato de a pessoa ter nascido de novo ou não.

Paulo resumiu o ato de louvar em bendizer ao Senhor. O louvor é algo que precisamos aprender, a fim de que o façamos corretamente. Quem o entende e o pratica torna-se bastante intrépido. Por outro lado, quem não o compreende nem se encontra em condições de ser aceito por Deus perde seu tempo.

Pelas palavras do salmista, vê-se que o importante é louvar o Todo-Poderoso agora e sempre. Aqui na terra, quem Lhe rende adoração obtém uma resposta divina bem mais efetiva do que aquele que apenas crê. É como se aquela pessoa ficasse mais íntima do Senhor. Ao bendizê-lO e render-Lhe  os elogios ungidos provenientes do trono do Pai, ela aprende a se colocar diante dEle e passa a ter uma comunhão mais produtiva, rompendo, assim, as barreiras que atrapalham o cristão normal.

Sabendo da importância do louvor, devemos tê-lo como alvo. Então, aprender tal ato e praticá-lo é de grande valia. Dentre as práticas de grande serventia que podemos adotar, está a piedade – o respeito pelos assuntos divinos. Certamente, o louvor é também uma dessas maravilhosas obras.

Precisamos entender bem o que significa viver em comunhão com os Céus. Há muitos que receberam o seguinte ensinamento: se a reunião for carregada de comportamento emocional, então, terão comunhão com o Senhor. Mas isso é ledo engano! Por incrível que pareça, há quem leve os outros a ficarem bem emotivos, sendo que ele próprio está até em pecado. Ora, nós obtemos intimidade com o Pai à medida que damos atenção à Sua Palavra e à revelação que adquirimos dEla.

Uma das grandes revelações que esse versículo nos concede é que, pela eternidade, poderemos usufruir do ato do louvor. Se aqui já nos traz uma alegria imensa adorar a Deus, imagine fazer isso para todo o sempre!

Em Cristo, com amor,

R. R. Soares

 

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