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01/07/2016 - O QUE NÃO HÁ NO SENHOR

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Agora, pois, seja o temor do SENHOR convosco; guardai-o e fazei-o, porque não há no SENHOR, nosso Deus, iniquidade, nem acepção de pessoas, nem aceitação de presentes.   2 Crônicas 19.7


A escolha dos juízes foi feita entre os levitas, sacerdotes e chefes dos pais de Israel. Por certo, muitos esperaram essa honra, mas, como não tinham um procedimento correto, deixaram de ser chamados. Quantos aspiram ao ministério, porém não são contemplados pelo Senhor? Não é a vontade do homem que o fará ser escolhido para essa obra, mas, sim, a forma como vive diante do Altíssimo, pois Ele olha para o coração, e não para o exterior (1 Sm 16.7). Consagrar-se a Deus faz a diferença.

Os escolhidos para operar sobre o juízo do Senhor e as causas judiciais normais entre o povo não viviam de qualquer modo, em escândalo; eram conhecidos como “gente de bem”. Quem viver justamente sempre será bem-sucedido diante de Deus. Os injustos, entretanto, perderão oportunidades que lhes dariam bons resultados. Os escolhidos, depois de terem percorrido a terra com o rei, voltaram para Jerusalém.

Na volta de Cristo, somente os que Lhe serviram de coração haverão de subir com Ele para a Jerusalém celestial. O rei não pediu, mas ordenou que andassem no temor do SENHOR com fidelidade e com coração inteiro (2 Cr 19.9). A mesma ordem pesa sobre nós. Aqueles que vivem sem o temor de Deus são levados pelo diabo a práticas que os impedirá de obter êxito. O pior é que se excluem do plano eterno nos Céus, destinando-se à condenação.

O rei de Judá orientou que, sempre que os moradores locais apresentassem aos juízes questões divergentes – entre sangue e sangue, entre lei e mandamento, entre estatutos e juízos (v. 10) –, estes deveriam orientá-los a não pecar perante o Altíssimo. Ora, quando as pessoas têm o temor de Deus, essas coisas nem existem; no entanto, como ainda não somos perfeitos, muitas vezes, nós nos deixamos levar por provocações. Nesses casos, uma boa admoestação resolve o problema. 

Eles deveriam ser imparciais no julgamento para que não se fizessem culpados, atraindo a grande ira do Todo-Poderoso. Os que não respeitam os lados envolvidos para fazer o bom julgamento nem imaginam que estão sendo influenciados pelo maligno. Precisamos dar às pessoas o que merecem, independentemente de quem sejam. Além disso, durante ou depois de ter dado a sentença, é bom deixar-lhes um recado de Deus, pois, caso se emendem, não haverá mais problemas a serem julgados.

O sumo sacerdote Amarias presidiria sobre eles em todo negócio do SENHOR. Ele era como um tribunal de apelação. Zebadias, filho de Ismael, príncipe da casa de Judá, presidiria em todo negócio do rei, que funcionava como uma câmara revisora. Os oficiais e os levitas, por sua vez, estariam presentes diante deles (v. 11). A hierarquia era a melhor possível para aqueles dias e, assim, a nação viveria em paz.

A ordem era para que se esforçassem e fizessem a obra, pois Deus seria com os bons. Em Deus, não há iniquidade, acepção de pessoas nem aceitação de presentes. De outro modo, eles não servem para ser servos. Amém! 

Em Cristo, com amor,

R. R. Soares

 

 

 

Senhor! A mudança em Josafá rendeu bons frutos para o Teu Reino e o povo de Judá. Faz o mesmo em nós; assim, viveremos melhor e ainda Te daremos muita alegria, pois, onde quer que ministremos, a justiça será feita.

A instituição do poder judiciário foi sábia, pois, dessa forma, não haveria injustiça no meio do povo. Hoje, o Teu Espírito exerce esse ministério, convencendo do pecado, da justiça e do juízo, e quem não aceitar essa obra caminhará para a perdição eterna.

Ajuda-nos a andarmos no Teu temor com fidelidade e coração perfeito. Não queremos pecar, para que não venha a Tua grande ira sobre nós e a nossa família. Dá-nos forças para cumprirmos Tuas ordens, pois sabemos que estás ao lado de quem é bom de coração.

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