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20/07/2009 - REIS FARTOS E RICOS

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“Já estais fartos! Já estais ricos! Sem nós reinais! E prouvera Deus reinásseis para que também nós reinemos convosco!” (1 Coríntios 4.8).

Nessa passagem, lemos que os irmãos de Corinto estavam tomando uma atitude nada boa: achavam que a prosperidade que desfrutavam os isentava da submissão aos apóstolos e, por extensão, à Palavra de Deus. Eles até poderiam estar fartos e serem ricos, mas deveriam reinar na abundância junto com os servos do Senhor. Porém, essa decisão que tomaram é perigosa, pois a posição de independência que alguns assumem ao melhorar de vida pode ser uma armadilha do inimigo para que fiquem sozinhos na hora da tentação.

A Palavra nos ensina que a bênção do Senhor enriquece (Provérbios 10.22). Então, todos os que se convertem devem esperar melhorar de vida, mas isso não ocorre de uma hora para a outra. É preciso crer no fato de que as bênçãos lhes pertencem e reivindicá-las, pois a Palavra de Deus declara que quem crer verá a glória do Pai (João 11.40). No entanto, os que não procuram os dons divinos não os obtêm (1 Coríntios 12.31). Da mesma forma, nada consegue o cristão desleixado, que não se consagra nem busca o que é seu, mas apenas deseja a vitória o tempo todo, pedindo uma resposta em oração e jejuando com essa finalidade.

De fato, todo homem, ao ser feito filho de Deus, foi constituído por Jesus em rei e sacerdote para Deus (Apocalipse 5.10), e é de se esperar que quem é rei reine, mas esse governo não deve ser exercido fora do ambiente da fé. Aquele que foi um instrumento do Altíssimo para tirar outra pessoa das trevas e levá-la a Cristo pode também ser usado para conservá-la em liberdade. Portanto, ele tem um dividendo de alegria no sucesso dela, tanto nos assuntos espirituais quanto nos materiais.

Algumas pessoas que não conhecem as Escrituras nem o poder divino questionam a mensagem positiva da fé, creem na miséria e propagam que o Evangelho que pregamos não passa da chamada teologia da prosperidade. Por sinal, essa é uma viva e arriscada realidade: a teologia da miséria versus a da prosperidade. A verdade é que aqueles que aprendem racionalmente as Escrituras não conseguem entender o significado dos acontecimentos passados, embora a Bíblia garanta que servem de exemplo para os nossos dias.

Os “sábios” desse mundo pregam a teologia da miséria, a qual não tem nenhuma base bíblica. Por outro lado, os verdadeiros sábios de Deus Lhe servem com temor e reinam em Cristo, cientes de que seu sucesso na fé aumenta seu temor ao Senhor.

Em Cristo, com amor,

R. R. Soares

 

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