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02/07/2014 - VEJA COMO VOCÊ FALA

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Acaso falais vós deveras, ó congregação, a justiça? Julgais retamente, ó filhos dos homens? Salmo 58.1


Mesmo os cristãos mais fervorosos têm pecado em um ponto: não falam o mesmo que o Senhor. Esse erro rouba de muitos servos do Altíssimo a vitória sobre as tentações e demais problemas. Eles oram de maneira certa, creem de maneira correta, mas não observam que só lhes será feito o que declararem. Não importa se algo parece verdadeiro; para o assumirmos, é necessário que esteja de acordo com as Escrituras (Gl 1.8,9).

O filho de Deus que deseja ser vencedor não pode dizer algo diferente do que o Senhor registrou na Bíblia. Nossas palavras devem corresponder as do Pai celestial, e tudo o que for contrário a isso tem de ser repreendido e mandado embora. Não há como o poder divino operar em uma vida cuja boca só confessa derrotas e demais coisas negativas. A nossa conversa deve sempre ser pautada no que está escrito na Palavra.

É por falar a justiça que colocamos o poder do Altíssimo em ação, e não por orar e nos desesperar. Portanto, não aceite que seus lábios digam o que não está registrado no Livro do Senhor. Todas as palavras de Jesus são espírito e vida (Jo 6.63). O que elas anunciam tem o poder de operar em seu favor. Por isso, preste atenção na pregação, no que o Espírito de Deus lhe ensina na Bíblia, e não no que alguns “sábios” dizem.

O perigo de declarar o que não está dentro da revelação bíblica é que, quando falamos fora da justiça, fazemos a vontade do inimigo. Ora, nenhum filho do Altíssimo deveria se deixar qualificar como servo do maligno. Se você assume sua filiação, o Senhor assume Sua paternidade. Por que acreditar no diabo, que é o pai da mentira (Jo 8.44), e confessar o que ele lhe mostra? A nossa palavra deve sempre vir da Verdade.

Jesus disse que julgava de acordo com o que ouvia do Pai (Jo 8.26). Se também quisermos ser bem-sucedidos, esse deve ser o nosso modo de agir. Como Ele, devemos julgar da maneira como ouvimos de Deus. Ora, o Espírito Santo não nos convenceria de algo que não fosse a Verdade. Então, se Ele lhe mostra a vontade de Deus, por que você não se firma nela e a professa? Os que confessam diferente do Verbo divino pegam o caminho do erro.

Quando julgamos fora da revelação da Palavra, estamos avaliando de modo errado, por isso nada de bom nos acontece. Portanto, o julgamento que fazemos nos manterá de pé ou caídos. Sabemos como as pessoas vivem pelo que sai de sua boca (Mt 12.34). Deixar de imitar os derrotados é o melhor que você pode fazer por si e pelos seus. Se deseja assemelhar-se a alguém, inspire-se nos heróis da fé, que, por mais difícil que fosse, falavam a verdade.

Não há ninguém que tenha permissão para mentir; ao contrário, o povo de Deus tem de fazer a mesma obra que fizeram os que o antecederam na fé. O maior exemplo está em nosso Senhor e Salvador Jesus, o qual jamais abriu a boca para confessar derrota. Como Paulo, devemos dizer: Posso todas as coisas naquele que me fortalece (Fp 4.13).

Em Cristo, com amor,

R. R. Soares

 

 

Santo Mestre e Senhor! Que aprendamos de Ti a nunca falarmos diferente do que declaras em Tua Palavra. Se fizermos como Tu, veremos as Tuas maravilhas acontecendo em todos os lugares aonde formos ou abençoarmos.

Falamos a justiça conforme a Tua Palavra. Assim, colocamos o Teu poder em ação. Não há necessidade de ficarmos desesperados, orarmos e jejuarmos por horas a fio. Teu desejo é que sejamos firmes naquilo que nos revelas.

Que nossas palavras jamais façam a vontade do inimigo, e nossos lábios nunca se abram para dizer o que é mentiroso e demoníaco. Se dissermos algo fora da Tua justiça, faremos a vontade do maligno. Só queremos julgar segundo a reta justiça.

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