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28/02/2002 - Compulsões - Família

Há um ano, sou evangélica, dizimista e associada ao programa da Igreja da Graça. Não tenho vícios, sou solteira, não namoro e também não me prostituo, porém, sofro de compulsão alimentar e, por mais que queira controlar-me, como demasiadamente. Esse problema também repercuti em outras áreas da minha vida. Eu gasto demais, sinto-me, afetivamente, dependente de certas pessoas e sei que meus olhos são cobiçosos. O que devo fazer?

Resposta:
Você, a exemplo de todos os seres humanos tem muitas virtudes, defeitos e também infantilidades. Não viver pecando é um adas virtudes que você possui; a compulsão alimentar é um defeito, e não namorar é infantilidade. Foi o Senhor que nos criou macho e fêmea e nos abençoou. Não há problema em namorar, noivar e depois, casar, desde que tudo seja feito com santidade. Também não há nada de errado, a pessoa casada deve ter uma vida sexual ativa, limpa e produtiva, gerando filhos. Quanto ao comer compulsivamente, é provável que você use alimentos aos quais o seu corpo tenha alguma intolerância. Por isso, apesar de comer muito, engordar etc., seu organismo continua pedindo alimentos que o nutram, mas você, sem entender o pedido, enche-o daquilo que não lhe está fazendo bem. Mude a sua alimentação por uns dias, e veja se a compulsão diminui.


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