
Na Copa, atletas da Seleção unem esporte e fé
15/06/2026Por Carlos Fernandes, do Ongrace

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Belo Horizonte, uma das capitais brasileiras com maior presença evangélica no Brasil, segundo dados recentes do IBGE, recebeu no último domingo (14) e nesta segunda-feira (15), no templo-sede da Igreja Internacional da Graça de Deus (IIGD), a campanha de fé do Missionário R. R. Soares. Nos dois dias, milhares de pessoas ouviram a Palavra de Deus e vivenciaram milagres. “A mão de Deus vai fazer maravilhas aqui”, anunciou o pregador no início da ministração, que contemplou os dois dias.
Feliz por retornar à cidade, o Missionário disse que Belo Horizonte é uma das cidades onde mais gosta de estar, e os mineiros, novamente, sentiram-se alegres por sua presença. “Esse povo lindo e abençoado de Deus”, saudou. As reuniões foram marcadas por momentos de louvor e adoração, conduzidos pelo Pr. Aderson Ferreira, a fim de preparar o coração de todos para receber a Palavra de Deus.

No domingo, a mensagem teve como base o texto de Isaías 43.1,2. Soares lembrou que as promessas do Senhor foram feitas ao povo do antigo Israel, mas se aplicam aos que creem mesmo agora, passados quase 2,8 mil anos da revelação do profeta: “O Senhor nos diz: Não temas. Ele nos chama pelo nome, porque somos dEle”. O Missionário destacou que, por sua fé, Jacó (ou Israel) tornou-se o herdeiro da promessa de Deus feita aos seus antepassados por meio da Aliança. “Ela nos dá, hoje, o direito de sermos abençoados, porque Jesus morreu por nós e nos remiu.”
Na manhã do dia 15, R. R. Soares destacou a mensagem do dia 14, acrescentando o texto de Tiago 1.22,23, o qual enfatiza a necessidade de se praticar as Escrituras – uma das bases da IIGD em todos esses anos. “É isso que estamos fazendo aqui: ensinando a Palavra, para que você entenda e tome posse de tudo o que ela lhe garante”, frisou Soares. “Quando você ouve a Palavra e a pratica, como diz o apóstolo Tiago, ela lhe concede a fé, que deve ser usada, pois é pessoal”.
Durante a campanha, Soares conduziu a intercessão em favor de quem desejava se entregar a Cristo. “Tomamos posse da salvação que já nos foi dada por Jesus. Ele nos remiu de todo pecado cometido, desde o nosso nascimento até hoje”, proclamou. “Agora, você está salvo”, declarou àqueles que deram um passo de fé. Logo em seguida, chamou à frente todas as pessoas com problemas de locomoção. Dezenas delas – algumas apoiadas em muletas ou conduzidas em cadeiras de rodas – apresentaram-se diante de Deus. “Não tenho qualquer poder para curar ninguém”, antecipou-se o Missionário. “Mas aqui está Aquele que tem todo o poder. Então, tome posse da sua bênção. A Bíblia garante que o Senhor já o curou; portanto, não aceite esse mal.”

Muitas pessoas deixaram para trás a dor e as limitações impostas pelas enfermidades. Uma das mais felizes era Maria do Carmo Alves da Silva, que chegou ao culto de domingo apoiada em uma bengala. Um acidente vascular cerebral (AVC) a deixou com sérias limitações. “Eu já não ficava de pé. Após a oração, estou muito melhor. Jesus é maravilhoso!”, bradou, enquanto caminhava, ao lado dos pastores e à vista de todos, diante do púlpito.

Aos 95 anos de idade, José Monteiro também esbanjou gratidão e alegria com a manifestação do poder de Deus em sua vida. “Eu tropiquei e caí. Desde então, não andava direito, só me escorando”, contou. Após a oração da fé, ele andou com a muleta sobre os ombros. “Estou bem melhor”, disse, sorrindo.

A obreira Maria Estevão dos Santos Florentino saiu em caravana de Ouro Preto, cidade histórica de Minas Gerais, especialmente para a campanha do domingo. Entrevistada pelo Missionário após a oração, ela declarava sua cura. Há cerca de três meses, um tombo sério a deixara praticamente sem poder andar – situação nada parecida com o que demonstrou, diante das câmeras, logo depois do clamor. “Estou curada, em Nome de Jesus!”, afirmava.

Morador da cidade de Barbacena, João Eugênio recebeu um toque de poder do Senhor durante a oração pelos enfermos. Ele contou que sofreu uma queda em uma obra, há cerca de quatro anos. “Foi um tombo grave, e os bombeiros tiveram de me resgatar”, lembra-se. O trauma deixou-lhe com três vértebras fraturadas, intensas dores e restrições de movimentos, e a melhora, com o tratamento fisioterápico, fora pequena. Após o culto, porém, Eugênio já caminhava sem as muletas.

Vivendo o milagre, o aposentado Otamir Correa de Paula contou que recebera uma prótese na perna direita, mas o equipamento se soltara de posição: “A cirurgia de correção é muito cara, não pude fazer, mas, agora, já consigo andar sem as muletas”, garantiu.

Joana da Silva Nunes, de Belo Horizonte, teve dificuldades para comparecer à reunião. “Eu não andava sem essas muletas”, relatou, já usando o verbo no tempo passado, como demonstração de fé. Ela revelou que, mesmo as tarefas básicas do dia a dia, como limpar a casa ou preparar a comida, causavam-lhe dores e extremo cansaço. Porém, tudo mudou após a bênção recebida: “Eu tinha problemas na coluna; agora, graças a Deus, não tenho mais”.





