
“Sem bengala, sem dor”: interior de SP vive cena de cura e salvação em campanha de fé
10/09/2026Por Carlos Fernandes, do Ongrace

COMPARTILHE
A nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), implementada em 2022, já está nas mãos de 70 milhões de brasileiros. O documento também pode ser baixado em formato digital, facilitando a vida do titular nas situações em que precisa se identificar. A versão apresentada na tela do smartphone tem as mesmas prerrogativas da via impressa. A CIN substitui gradualmente o tradicional RG e será o único documento de identidade aceito a partir de 2032, com validade em todo o território nacional e nos países do Mercosul. Contudo, os cidadãos com mais de 60 anos poderão continuar usando o modelo anterior.
A CIN Digital é gratuita e fica disponível no aplicativo gov.br após a emissão e entrega da versão física pelo órgão de identificação. Para solicitar a carteira, é necessário apresentar o Cadastro de Pessoa Física (CPF) regularizado e a certidão de nascimento ou de casamento (original ou cópia legível).
O cidadão deve agendar o atendimento presencial no órgão de emissão do seu estado, como o Poupatempo, no Rio de Janeiro e em São Paulo, ou a UAI, em Minas Gerais. Na data marcada, é preciso comparecer ao posto para tirar a foto e realizar o cadastro biométrico.
A identidade possui recursos que permitem verificar sua autenticidade, como QR Code e marcas d’água. A novidade em relação aos modelos anteriores é que a CIN não tem um registro específico. Ela utiliza o CPF como número único de identificação em todo o Brasil, evitando duplicidades e reduzindo erros nos registros.
O governo federal está enviando notificações para quem já emitiu a nova CIN, mas ainda não acessou a versão digital. O processo é rápido e fácil. Veja
1) Abra o aplicativo gov.br.
2) Selecione a opção “Carteira de documentos”.
3) Clique em “Adicionar um documento”.
4) Escolha a opção “Carteira de Identidade”.
5) O aplicativo localizará a CIN vinculada ao CPF do interessado, e ela fica disponível para ser baixada.
Até o final de 2026, continuarão sendo aceitos os registros biométricos já cadastrados em bases oficiais, como a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), o banco de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o da Polícia Federal (PF).





