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10/09/2026Por Viviane Castanheira, do Ongrace

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A caravana de fé do Missionário R. R. Soares não para! Depois de passar por Jaú, Barra Bonita e Botucatu, ele chegou a Tatuí nesta quarta-feira de manhã. À tarde e à noite, o pregador seguiu para Boituva e Sorocaba, cidades do interior de São Paulo. Em todas as paradas, o mesmo roteiro se repetiu: pregação, oração e histórias de cura e salvação.

O louvor ficou por conta do Pr. Douglas Barreto, ministro de louvor e auxiliar na sede estadual da IIGD São Paulo, preparando o público para ouvir a Palavra de Deus anunciada pelo Missionário ao povo paulista.
No púlpito, Soares falou sobre a dúvida de muitos a respeito de como receber o melhor de Deus. “Muitas pessoas perdem a bênção, porque acreditam que é difícil ser curado e agraciado pelo Senhor, porém é mais fácil do que você imagina. É só crer!”, destacou. Em seguida, foi direto ao ponto explicando acerca do papel da fé: “No momento em que acredita, você obtém a certeza e a prova do poder de Deus”.

Da pregação à prática, o passo foi natural. O Missionário chamou os presentes para a oração pela salvação e pelo perdão dos pecados. Boa parte da multidão presente nos templos da Igreja da Graça nessas cidades se levantou. “Parabéns! Você está perdoado! Esqueça qualquer compromisso pecaminoso; o seu compromisso agora é com Jesus”, disse aos que se converteram. Em seguida, chamou à frente quem carregava bengalas, andadores e muletas. Ao lado deles, fez exercícios físicos, um a um, ensinando cada gesto. A ação do Espírito Santo foi determinante sobre cada vida que clamava pela cura.

Em Botucatu, Lourdes do Amaral Freitas, 61 anos, teve as pernas curadas e correu pela igreja, repetindo: “Glória a Deus”.

Otília Aparecida, 85, por sua vez, recebeu bênção no braço e na perna, andou e correu sozinha.

Eunice Júlia Sinfrônio de Paula, 79, caminhou sem ajuda pela primeira vez em anos.

Já em Tatuí, José Batista da Silva, 59 anos, foi curado do nervo ciático. “Estou bem melhor, mal conseguia caminhar”, relatou, pouco antes de correr pela igreja.

Cenil Pedro, 73, vivia com dor no joelho, mas alcançou a vitória. “Eu precisava andar me segurando, porque tinha medo de cair e sentia muita dor. Mas, agora, consegui até correr!”

Roseli Aparecida Pinto, 60 anos, que sofria de dores nos joelhos e na coluna, antes de caminhar e correr diante do altar, resumiu: “Melhorou muito! Agora, consigo caminhar sem dor”, contou emocionada.

Cleonice de Souza Santos não ficou para trás e, demonstrando a mesma certeza, declarou: “Não sinto mais dor”, alegrou-se.





