Novas regras para trabalho em feriados e datas festivas

28/07/2026

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O bom começo e o término da caminhada

Foto: Adobe Stock by Dece Std
David Soares

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            As Sagradas Escrituras, além de ser o manual para andarmos sempre em vitória, revelam que, quando deixamos de nos dedicar às coisas do Senhor, abrimos espaço para influências inimigas, as quais buscam enfraquecer a nossa comunhão com o Pai e a nossa caminhada em diversas áreas da vida.

            A Palavra narra a história de Jeú, ungido por Deus para ser rei de Israel, que exterminou a casa de Acabe (2 Rs 9–10), um dos mais corruptos governantes de Israel. Jeú demonstrou coragem ao destruir os adoradores de Baal e eliminar a idolatria promovida por Acabe e Jezabel (2 Rs 10.18-28).

            Apesar da sua dedicação como líder militar, conhecido como um exímio guerreiro, Jeú permaneceu nos pecados de Jeroboão, conservando os bezerros de ouro em Betel e Dã (2 Rs 10.29), o que causou forte repreensão do Senhor. Acabe havia implementado, sob a influência de sua mulher, Jezabel, a prática aberta de feitiçaria e do culto imoral a Baal. O Senhor Jeová desejava restaurar a verdadeira adoração em Israel, mas Jeú preferiu preservar o sistema religioso anterior (1 Rs 12.26-30).

            Ultrapassar o comando de Deus, mesmo que seja na tentativa de “aperfeiçoar” a obra, abre portas para o mal, como ocorreu no século 19. Na ocasião, homens, sob influência maligna, viram supostos erros na mensagem do Evangelho e introduziram cultos com a falsa aparência cristã.

            O zelo excessivo de Jeú mostrou que ele lidava com uma espécie de orgulho, que pode ser definido como o segundo grande erro da sua vida. Isso o fez se precipitar, provocando mais mortes. Além de trazer instabilidade política ao seu reino, ele deu oportunidade para que os inimigos de Israel começassem a invadir o território judeu. Por último, a recusa em proibir a adoração dos bezerros de ouro, criada por Jeroboão para evitar que a população israelita fosse a Jerusalém para adorar no templo, revelou uma preocupação egoísta e infantil, provocando a ira do Senhor sobre a vida de Jeú (2 Rs 10.31).

            Quando Deus inicia uma obra, nunca a interrompe. Ele sempre termina o que começa. O Senhor é quem conduz e nunca é conduzido, mostrando-nos que Ele deve ser consultado em todo o tempo.

            Quem persevera em obedecer experimenta o melhor de Deus e conclui sua jornada de maneira a glorificar o Seu Nome.

            Que Deus o abençoe!

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