
OMS aponta nova variante do vírus da gripe
30/01/2026Por Viviane Castanheira, do Ongrace

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Líderes do Ministério Crianças que Vencem (CQV) de todo o Brasil se reuniram em Limeira, interior de São Paulo, entre os dias 21 e 25 de janeiro, para vivenciar dias de renovo, direção e sensibilidade espiritual. O Congresso Nacional do CQV teve como tema Tempo de Voar, reunindo cerca de 90 líderes do ministério infantil da Igreja Internacional da Graça de Deus (IIGD) em uma programação intensa de louvor, oração, vigílias e ministração das Escrituras.
Alinhado ao tema anual da Igreja da Graça, Ano da Remissão, a proposta visou fortalecer as líderes para conduzir o ministério infantil com unidade, sensibilidade e visão espiritual, entendendo que cada criança carrega um potencial que precisa ser cuidado e alcançado pela Palavra.
As programações diárias foram conduzidas por momentos de intensa busca espiritual.

Um dos destaques foi a ministração da Dra. Natália Rocha, terapeuta ocupacional, mestre em Pesquisa Clínica, especialista em TEA e Neurologia, com certificação internacional em Integração Sensorial pela University of Southern California (EUA). Obreira da IIGD Avaré, ela atua ao lado da liderança nacional do CQV na implementação do projeto de inclusão. A mensagem foi fundamentada em Mateus 13.31,32 e em Êxodo 4.10 e 6.12. “A semente do grão de mostarda representa a inclusão. Quando existe um acolhimento verdadeiro, essa semente cresce e se torna uma árvore forte, capaz de alcançar toda a família”, explicou a especialista, destacando que “a fé vai além de qualquer diagnóstico, porque tudo está submisso ao Senhor”.

A experiência vivida em Limeira ecoou entre líderes de diferentes regiões do Brasil. Representando o Centro-Oeste, a líder do CQV em Mato Grosso Gabriela Marta Pinto definiu o congresso como um momento extraordinário. “Foi sobrenatural. Vivemos dias de unidade, com o coração em chamas para esse Tempo de Voar.”

Esse mesmo sentimento marcou o Sul do país. Líder em Santa Catarina, Lucineide Macedo descreveu o encontro como um tempo de profundidade espiritual. “Vivemos momentos intensos de louvor e oração, e a inclusão reforçou a importância do acolhimento.” Já do Rio Grande do Sul, a líder Angélica Sostizzo Machado ressaltou a mudança de postura ministerial. “Fomos tiradas da zona de conforto e aprendemos que precisamos ser como crianças para entrar no Reino dos Céus.”

No Sudeste, a percepção de transformação também foi evidente. À frente do CQV no Rio de Janeiro, Tânia Bárbara de Jesus Ramos definiu o encontro como um momento de renovação. “Saímos com asas prontas para voos altos, levando a esperança de um novo tempo.”

De Minas Gerais, Ivanete Conceição de Brito, que participou pela primeira vez do evento, resumiu: “Foram dias de edificação, cura e aprendizado. Levo comigo a importância do acolhimento e da unidade para trabalhar ao longo do ano”.

Ao final do congresso, a sensação compartilhada foi a de sementes lançadas em terra fértil. Agora, cada líder retorna ao seu estado com o compromisso de multiplicar o que recebeu e preparar o ministério infantil para viver, com fé e propósito, este Tempo de Voar.





