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07/03/2026
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Mulheres que edificam: liderança, fé e coragem no Dia Internacional da Mulher

Viviane Castanheira, do Ongrace

Elas carregam fé, constroem histórias e transformam gerações em todo o mundo – Imagem: IGD RS

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Comemorado em 8 de março, o Dia Internacional da Mulher nasceu das lutas por dignidade, direitos e melhores condições de vida. Oficializada pela Organização das Nações Unidas em 1975, a data carrega memória e responsabilidade. No Brasil, esse momento vai além de uma celebração; é um chamado à reflexão e à valorização da mulher. Nesse contexto, os líderes do Ministério Mulheres que Vencem (MQV), da Igreja Internacional da Graça de Deus (IIGD), afirmam que reconhecer o valor feminino não significa exaltação humana, e sim compreensão do propósito divino.

Do altar ao lar, Bruna Cavalcante, líder do MQV em Natal, segue gerando fé e direção espiritual – Imagem: Arquivo pessoal

No Nordeste, Bruna Cavalcante, líder do MQV na IIGD Natal (RN), aponta que “na Bíblia vemos mulheres como Débora, Ester, Maria e tantas outras sendo instrumentos nas mãos de Deus”. Para ela, a mulher “carrega a capacidade de gerar, não apenas vida física, mas também fé, valores e direção espiritual”.

Em meio às lutas, Pra. Geovanildes, líder do MQV na Bahia: “Somos preciosas para o Senhor”. – Imagem: Arquivo pessoal

A mesma convicção ecoa nas palavras da Pra. Geovanildes Araujo, líder do MQV na Bahia, ao destacar que todos têm a missão de ganhar almas e que é primordial recordar às mulheres que “são preciosas para o Senhor”, independentemente das circunstâncias. “Assim, o Dia da Mulher se torna oportunidade de reafirmar identidade e esperança”, reforça.

Pra. Eliane Feitosa declara: “O papel da mulher é servir, ministrar, proclamar o Evangelho.”. – Imagem: Arquivo pessoal

Essa valorização também passa pelo fortalecimento da autoestima e pela consciência do papel que cada uma exerce. No interior paulista, as pastoras Eliane Feitosa, de Santo André, e RosangelaCampos, de Sorocaba, associam a data ao encorajamento e à reflexão. “O papel da mulher é servir, ministrar, proclamar o Evangelho”, afirma Eliane. Rosangela acrescenta que o 8 de março é mais do que uma celebração: “é momento de reconhecer conquistas e refletir sobre a urgência do enfrentamento da violência doméstica e saber que há muitos desafios a serem superados.”

Entre conquistas e desafios, Pra. Rosangela alerta que há muito a ser superado – Imagem: Arquivo pessoal

Ao ampliar esse olhar, as líderes do Sul sublinham que compreender o propósito divino gera impacto coletivo. A Pra. Vera Melo, do MQV no Rio Grande do Sul, afirma: “Quando a mulher entende o seu papel, ela fortalece lares, ministérios e gerações.”

Pra. Vera compartilha: “Quando a mulher entende o seu papel, ela fortalece lares.” – Imagem: Arquivo pessoal

Em sintonia, a Pra. Keize Pizzetti, do ministério de Santa Catarina, salienta que a identidade feminina começa na criação. “O verdadeiro valor da mulher não nasce apenas de direitos conquistados, mas também da identidade recebida em Deus”, declara.

Para a Pra. Keize Pizzetti, o valor da mulher nasce da identidade recebida de Deus – Imagem: Arquivo pessoal

Essa mesma convicção se reflete na centralidade da Palavra. A Pra. Marilza Lima, à frente do MQV no Rio de Janeiro, resume: “O papel da mulher na obra de Deus é levar o Evangelho”, frisando que o Ide de Cristo é para todos. Ao destacar que a mulher sábia edifica a casa e caminha “na mesma missão” que o esposo, ela reforça a unidade de propósito.

Pra. Marilza está à frente do MQV no Rio de Janeiro – Imagem: Arquivo pessoal

Em consonância, a Pra. Wliane Anjos, líder do MQV no Mato Grosso do Sul, ressalta que a mulher é imprescindível para o projeto divino. “É muito importante ter um dia para elas. Temos um papel fundamental e essencial na obra de Deus”.

Pra. Wliane Anjos declara: “É muito importante ter um dia para elas.” – Imagem: Arquivo pessoal

Ao longo do mês de março, as programações do MQV incluem cultos especiais, encontros estaduais, ações de intercessão e homenagens nas Igrejas locais. Em 2026, o tema nacional é Recomeçar, inspirado em Eclesiastes 9.8, reforçando que, apesar das lutas, sempre há a possibilidade de um novo começo.

Para essas líderes, mais que flores ou discursos pontuais, o 8 de março se consolida como um marco de conscientização e fé. Em meio aos desafios sociais, elas reafirmam que a mulher fortalecida pela Palavra é agente de transformação no lar, na Igreja e na sociedade, alguém que, ao reconhecer seu valor em Deus, encontra forças para recomeçar e ajudar outras a fazer o mesmo.

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