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Filhos de pastores celebram as bênçãos do ministério familiar

Por Viviane Castanheira, do Ongrace

O Pr. Diego Manghago, com a esposa, Bruna, e as filhas, Fernanda, Gabriela e Rafaela: ensinamento dos pais foi a base para o ministério pastoral – Imagem: Arquivo Pessoal

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Ser filho de pastores pode ser uma experiência repleta de vitórias e de desafios únicos. Embora essas crianças e esses jovens vivenciem a alegria de estar intimamente ligados à obra de Deus, também enfrentam pressões e expectativas que podem impactar profundamente a vida.

Diego Manghago, pastor da Igreja Internacional da Graça de Deus (IIGD) no Portão (RS), compartilha sua experiência como filho de um líder espiritual. Ele relata que uma das maiores dificuldades que enfrentou foi lidar com os julgamentos das pessoas: “Mas não é esse o filho do pastor?”. Apesar disso, Diego confirma que o exemplo de sua mãe, Pra. Fátima Manghago, e de seu pai, que já faleceu, foi fundamental para sua caminhada. “Os ensinamentos que recebi deles serviram de base para que hoje, além de continuar sendo de Jesus, eu tivesse o chamado pastoral”, ressalta Diego.

De acordo com Diego, havia uma ideia equivocada de que os pastores e líderes deveriam cuidar do ministério, mesmo que tivessem de negligenciar a família. “Graças a Deus, essa visão errada foi abandonada, porque, além de não ser bíblica, levou muitos filhos a evitarem o chamado para a obra divina, ou até mesmo desistirem de Jesus”, lamenta Diego. Ele não viveu essa realidade em sua família e transmite às suas filhas as lições que aprendeu dos pais. “Tenho três filhas e procuro, como pai e pastor, ser, em primeiro lugar, pastor da minha família, como a Bíblia ensina. Pela luz da Palavra, entendo que, se elas me veem agindo assim, posso manter minha família e minha igreja na presença de Deus ”, salienta citando o texto de 1 Timóteo 5.8.

A Pra. Fátima Manghago, ao lado do filho Diego, testemunha: “Amo o ministério da Igreja da Graça, porque nele minha família tem sido honrada e guardada para a glória do Senhor” – Imagem: Arquivo pessoal

A Pra. Fátima se sente realizada em relação aos seus filhos e ao ministério. “Eu criei meus filhos na presença de Deus, ensinando e ministrando a Palavra a eles”, afirma ela, que assumiu o ministério pastoral há 21 anos. Ela reconhece que eles sofreram uma certa pressão social por serem filhos de uma líder, mas a família soube enfrentar essa situação unida. “Existia, sim, aquela cobrança: ‘Você é filho da Pra. Fátima, então tem de dar bom testemunho’. Porém, fomos instruindo-os no caminho do Senhor, e eles sempre foram muito obedientes a nós, servindo a Deus comigo”, atesta Fátima. Hoje, ela atua como pastora auxiliar na sede regional da IIGD em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul. “Os meus filhos são herança do Senhor. Tenho uma alegria imensa em ver que cresceram e se tornaram quem são, não por imposição minha ou do pai, mas pela instrução da Palavra. Amo o ministério da Igreja da Graça, porque nele minha família tem sido honrada e guardada para a glória do Senhor”, conclui.

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