
Endividamento extremo preocupa brasileiros
07/07/2026Por Carlos Fernandes, do Ongrace

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Uma das maiores publicadoras mundiais da Palavra de Deus, a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) teve sua importância reconhecida pelo Senado Federal. No dia 29 de junho, foi aprovada, na Casa, uma proposta legislativa que reconhece a instituição, sediada em Barueri (SP) como manifestação da cultura nacional, dada sua ligação com o cristianismo, maior confissão religiosa do país. A iniciativa recebeu parecer favorável da Comissão de Educação e Cultura do Senado.
O projeto de lei (PL) nº 3.348/2025 foi relatado pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF). Em sua avaliação, a proposta está de acordo com os princípios legais de não favorecer nenhuma instituição religiosa nem ferir a laicidade constitucional do Estado brasileiro. “O reconhecimento proposto não impõe crença, não viola a laicidade do Estado e não estabelece privilégio religioso”, lembrou a parlamentar. “A Bíblia, independentemente da confissão religiosa de cada cidadão, integra o patrimônio simbólico, linguístico e cultural do povo brasileiro”. Segundo o autor, o projeto de lei tem caráter simbólico e não gera obrigações ou despesas ao poder público. Após o trâmite no Senado, a proposta segue para apreciação da Câmara dos Deputados.
A SBB é uma entidade beneficente, filantrópica e educativa, fundada em 1948 e integra as Sociedades Bíblicas Unidas (SBU, na sigla em inglês), confraria integrada por 140 entidades do gênero em todo o mundo. Nas últimas décadas, a publicadora brasileira assumiu a ponta na produção de Bíblias, novos testamentos e porções bíblicas — em 2024, cerca de 4,2 milhões de exemplares completos foram distribuídos pela casa. Além de edições impressas, a SBB também oferece amplo leque de produtos digitais com base nas Escrituras e material educativo e temático, voltado para crianças e adolescentes.
Além disso, a Sociedade Bíblica do Brasil se destaca por sua atuação social em todo o país, por meio de campanhas e projetos de apoio a grupos vulneráveis — como o barco Luz na Amazônia, que leva atendimento médico/odontológico e social gratuito a comunidades ribeirinhas —, apoio a iniciativas voltadas à cidadania e investimento em acessibilidade e inclusão de portadores de deficiências físicas e neurodivergências. A instituição mantém, ainda, o Museu da Bíblia, com acervo voltado à preservação da história, das traduções e da influência das Escrituras cristãs, além de promover fóruns e seminários na área de estudos bíblicos.





