ongrace.com

> Bíblia Online

Isaías33

1Ai de ti despojador que não foste despojado e que ages perfidamente {contra} os que não agiram perfidamente contra ti! Acabando tu de despojar, serás despojado; {e,} acabando tu de tratar perfidamente, perfidamente te tratarão.

2Senhor, tem misericórdia de nós! Por ti temos esperado; sê tu o nosso braço cada manhã, como também a nossa salvação em tempos de tribulação.

3Ao ruído do tumulto, fugirão os povos; à tua exaltação as nações serão dispersas.

4Então, ajuntar-se-á o vosso despojo como se apanha o pulgão; como os gafanhotos saltam, ali saltará.

5O SENHOR é exalçado, pois habita {nas} alturas; encheu a Sião de retidão e de justiça.

6E haverá estabilidade nos teus tempos, abundância de salvação, sabedoria e ciência; {e} o temor do SENHOR {será} o seu tesouro.

7Eis que os seus embaixadores estão clamando de fora; {e} os mensageiros de paz estão chorando amargamente.

8As estradas estão desoladas, cessam os que passam pelas veredas; ele rompeu a aliança, desprezou as cidades {e} a homem nenhum estima.

9A terra geme {e} pranteia, o Líbano se envergonha {e} se murcha, Sarom se tornou como {um} deserto, Basã e Carmelo foram sacudidos.

10Agora, me levantarei, diz o SENHOR; agora, me levantarei a mim mesmo; agora, serei exaltado.

11Concebestes palha, produzireis pragana, e o vosso espírito vos devorará {como} fogo.

12E os povos serão {como} os incêndios de cal, {como} espinhos cortados arderão no fogo.

13Ouvi, vós os que estais longe, o que tenho feito; e vós que estais vizinhos, conhecei o meu poder.

14Os pecadores de Sião se assombraram, o {tremor} surpreendeu os hipócritas. Quem dentre nós habitará com o fogo consumidor? Quem dentre nós habitará com as labaredas eternas?

15O que anda em justiça e que fala com retidão, que arremessa para longe de si o ganho de opressões, que sacode das suas mãos todo o presente; que tapa os ouvidos para não ouvir falar {de} sangue e fecha os olhos para não ver o mal,

16este habitará nas alturas; as fortalezas das rochas {serão} o seu alto refúgio, o seu pão lhe será dado, e as suas águas serão certas.

17Os teus olhos verão o Rei na sua formosura {e} verão a terra que está longe.

18O teu coração considerará em assombro, {dizendo:} Onde está o escrivão? Onde está o pagador? {ou que pesa o tributo} Onde está o que conta as torres?

19Não verás {mais} aquele povo cruel, povo de fala tão profunda, que não se pode perceber, {e} de língua tão estranha, que não se pode entender.

20Olha para Sião, a cidade das nossas solenidades; os teus olhos verão a Jerusalém, habitação quieta, tenda que não será derribada, cujas estacas nunca serão arrancadas, e das suas cordas nenhuma se quebrará.

21Mas o SENHOR ali nos será grandioso, lugar de rios {e} correntes largas; barco nenhum de remo passará por eles, nem navio grande navegará por eles.

22Porque o SENHOR {é} o nosso Juiz; o SENHOR {é} o nosso Legislador; o SENHOR {é} o nosso Rei; ele nos salvará.

23As tuas cordas estão frouxas; não puderam ter firme o seu mastro, {e} vela não estenderam; então, a presa de abundantes despojos se repartirá; {e até} os coxos roubarão a presa.

24E morador nenhum dirá: Enfermo estou; {porque} o povo que habitar nela {será} absolvido da sua iniqüidade.


Tradução: João Ferreira de Almeida - Atualizada