
Onde falta apoio, igrejas oferecem acolhimento e esperança
11/10/2026Por Viviane Ferreira, do Ongrace

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Na Igreja Internacional da Graça de Deus (IIGD), o Dia das Crianças ganha espaço no calendário como uma oportunidade de reunir a garotada, aproximar famílias e falar sobre Jesus. Em diversas cidades, a programação combina brincadeiras, comunhão e atividades voltadas ao evangelismo infantil e familiar.

Na IIGD em Votuporanga, interior de São Paulo, a líder do Crianças que Vencem (CQV), Tia Karla Coelho Silva Spoti, prepara uma programação diferente neste ano. Com o tema Pedaço do Céu, a Igreja reunirá crianças e familiares em uma chácara, onde haverá atividades, almoço e momentos de lazer. A escolha do espaço tem um propósito: criar um ambiente em que pessoas que ainda não frequentam os cultos se sintam à vontade para participar. “É uma oportunidade de convidar famílias que, muitas vezes, possuem barreiras para irem a um templo, mas aceitam ir a uma festa”, explica Karla.
A experiência de anos anteriores reforça esse caminho. Em uma dessas celebrações, um homem levou o neto e a esposa. Ela se entregou a Jesus, foi batizada e permanece na Igreja até hoje. “É uma oportunidade de ganhar vidas para o Reino do Senhor”, ressalta a líder. As crianças também se tornam parte ativa desse movimento. De acordo com Karla, é comum que elas convidem colegas da escola e parentes, permitindo que novos participantes cheguem às “salinhas” e, muitas vezes, levem os pais.
A programação inclui brincadeiras, teatro, louvor, oração e uma mensagem relacionada ao tema do ano. “Já tivemos batismos de familiares de crianças realizados no próprio dia da festa”, conta. Assim, uma tarde pensada para os pequenos pode abrir caminho para que toda a família se aproxime do Salvador.

Em Natal (RN), a líder do CQV, Claudia Patrícia Oliveira de Araújo, também prepara uma tarde especial. O encontro será realizado em um espaço infantil e terá culto, brincadeiras e buffet. A preocupação, segundo ela, é proporcionar um ambiente acolhedor tanto às crianças que já frequentam a Igreja quanto às que estão chegando agora. “Sempre fazemos com que todas se sintam em casa e já façam parte da família CQV”, conta.
Para Claudia, a celebração vai além da diversão. É também um momento de transmitir a mensagem cristã de modo acessível aos pequenos. “Esse dia é muito especial e uma oportunidade de apresentar o plano da salvação de maneira acolhedora”, afirma. “Evangelizar a criança é alcançar uma alma completa e toda a sua geração futura”, conclui.





