
Dia Mundial da Alimentação traz reflexões sobre segurança alimentar
16/10/2026Por Carlos Fernandes, do Ongrace

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Casais que nutrem a fé cristã no relacionamento são mais felizes, unidos e duradouros. Essa é a principal conclusão do estudo: ‘A diferença da fé: religião, qualidade conjugal e sexo’ (em tradução livre), realizado nos Estados Unidos pelo Institute for Family Studies (IFS). A ampla pesquisa analisou dados de adultos casados sobre seus hábitos e suas práticas devocionais e conjugais, demonstrando uma associação direta entre tais ações e a felicidade no lar.
Analisados em conjunto, os dados de evangélicos e católicos que costumam frequentar cultos e participaram do trabalho trouxeram informações relevantes. Entre os evangélicos com presença regular na igreja, 79% consideram seu casamento “muito” ou “extremamente” feliz. O índice também é alto entre os católicos praticantes, alcançando 73%.
Para efeito de comparação, a percepção de felicidade na união matrimonial entre pessoas sem prática religiosa habitual ou sem crença declarada ficou em torno de 65%. Com as linhas de corte demográficas, etárias e sociais, os pesquisadores do IFS identificaram relação direta entre a frequência religiosa e maior probabilidade de satisfação com o casamento.
Chama a atenção que, entre os cristãos que não frequentam serviços religiosos com regularidade, os percentuais de felicidade conjugal se aproximam mais dos da população em geral. Além disso, o levantamento avaliou a prática da oração no lar — e, nesse caso, as pessoas ligadas a igrejas evangélicas se destacam. Dos evangélicos que relataram orar todos os dias com o cônjuge, 77% declararam ter uma união estável e satisfatória, um percentual que cai dez pontos entre os católicos.





